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Anticoagulants for acute ischaemic stroke

  • Review
  • Intervention




Most ischaemic strokes are caused by blood clots blocking an artery in the brain. Clot prevention with anticoagulants might improve outcome if bleeding risks were low. This is an update of a Cochrane review first published in 1995, and previously updated in 2004.


To assess the effect of anticoagulant therapy versus control in the early treatment (less than 14 days) of patients with acute ischaemic stroke.

Search methods

We searched the Cochrane Stroke Group Trials Register (last searched 2 October 2007), and two Internet clinical trials registries for relevant ongoing studies (last searched October 2007).

Selection criteria

Randomised trials comparing early anticoagulant therapy (started within two weeks of stroke onset) with control in patients with acute presumed or confirmed ischaemic stroke.

Data collection and analysis

Two review authors independently selected trials for inclusion, assessed trial quality, and extracted the data.

Main results

Twenty-four trials involving 23,748 participants were included. The quality of the trials varied considerably. The anticoagulants tested were standard unfractionated heparin, low-molecular-weight heparins, heparinoids, oral anticoagulants, and thrombin inhibitors. Based on 11 trials (22,776 participants) there was no evidence that anticoagulant therapy reduced the odds of death from all causes (odds ratio (OR) 1.05; 95% confidence interval (CI) 0.98 to 1.12) at the end of follow up. Similarly, based on eight trials (22,125 participants), there was no evidence that anticoagulants reduced the odds of being dead or dependent at the end of follow up (OR 0.99; 95% CI 0.93 to 1.04). Although anticoagulant therapy was associated with fewer recurrent ischaemic strokes (OR 0.76; 95% CI 0.65 to 0.88), it was also associated with an increase in symptomatic intracranial haemorrhages (OR 2.55; 95% CI 1.95 to 3.33). Similarly, anticoagulants reduced the frequency of pulmonary emboli (OR 0.60; 95% CI 0.44 to 0.81), but this benefit was offset by an increase in extracranial haemorrhages (OR 2.99; 95% CI 2.24 to 3.99).

Authors' conclusions

Since the last version of the review, neither of the two new relevant studies have provided additional information to change the conclusions. In patients with acute ischaemic stroke, immediate anticoagulant therapy is not associated with net short or long-term benefit. Treatment with anticoagulants reduced recurrent stroke, deep vein thrombosis and pulmonary embolism, but increased bleeding risk. The data do not support the routine use of any the currently available anticoagulants in acute ischaemic stroke.

Résumé scientifique

Anticoagulants dans l'accident vasculaire cérébral (AVC) ischémique aigu


La plupart des AVC ischémiques sont dus à des caillots sanguins qui bloquent une artère dans le cerveau. Prévenir l'apparition de caillots sanguins grâce à des anticoagulants pourrait améliorer les résultats si les risques d'hémorragie étaient faibles. Cette étude est une mise à jour d'une revue systématique Cochrane publiée pour la première fois en 1995 et déjà mise à jour en 2004.


Évaluer l'effet d'un traitement par anticoagulants versus un groupe témoin pour le traitement précoce (moins de 14 jours) de patients victimes d'un AVC.

Stratégie de recherche documentaire

Nous avons consulté le registre d'essais cliniques du groupe Cochrane sur les accidents vasculaires cérébraux (dernière recherche le 2 octobre 2007) et deux registres d'essais cliniques sur Internet pour obtenir des études en cours pertinentes (dernière recherche en octobre 2007).

Critères de sélection

Essais randomisés comparant un traitement précoce par anticoagulants (commencé dans les deux semaines suivant le déclenchement de l'AVC) avec un groupe témoin, chez des patients victimes d'un AVC ischémique aigu présumé ou avéré.

Recueil et analyse des données

Deux auteurs de la revue ont sélectionné indépendamment les essais à inclure, évalué la qualité des essais et extrait les données.

Résultats principaux

Vingt-quatre essais impliquant 23 748 participants ont été inclus. La qualité des essais était très variable. Les anticoagulants testés étaient de l'héparine non-fractionnée standard, des héparines de bas poids moléculaire, des héparinoïdes, des anticoagulants oraux et des inhibiteurs de la thrombine. Les données issues de 11 essais (22 776 participants) n'ont pas permis de démontrer que le traitement par anticoagulants réduit les risques de décès toutes causes confondues (rapport des cotes (RC) 1,05 ; intervalle de confiance (IC) de 95 % entre 0,98 et 1,12) à la fin du suivi. De plus, selon huit essais (22 125 participants), il n'a pas été démontré que les anticoagulants réduisent les risques de décès ou dépendance à la fin du suivi (RC 0,99 ; IC de 95 %, entre 0,93 et 1,04). Le traitement par anticoagulants a certes été associé à une réduction de la récurrence d'AVC (RC 0,76 ; IC de 95 % entre 0,65 et 0,88), mais il a également été associé à une augmentation des hémorragies intracrâniennes symptomatiques (OR 2,55 ; IC de 95 %, entre 1,95 et 3,33). De même, les anticoagulants ont réduit la fréquence d'embolie pulmonaire (RC 0,60 ; IC de 95 % entre 0,44 et 0,81), mais ce bénéfice n'a pas permis de compenser l'augmentation des hémorragies extracrâniennes (OR 2,99 ; IC de 95 %, entre 2,24 et 3,99).

Conclusions des auteurs

Depuis la dernière version de cette revue, aucune des deux nouvelles études pertinentes n'a fourni d'informations supplémentaires susceptibles de modifier les conclusions. Chez les patients victimes d'un AVC, un traitement immédiat par anticoagulants n'est pas associé à un bénéfice net à court ou à long terme. Le traitement par anticoagulants réduit la récurrence d'AVC, de thrombose veineuse profonde et d'embolie pulmonaire, mais augmente le risque d'hémorragie. Les données ne sont pas favorables à l'utilisation régulière des anticoagulants actuellement disponibles en cas d'AVC ischémique aigu.








Cochrane Stroke Group Trials Register(最終検索2007年10月2日)、および関連性のある実施中の研究について、2つのインターネット臨床試験登録(最終検索2007年10月)を検索した。






23,748例の参加者を対象とした24件の試験を含めた。試験の質はかなり異なった。検討していた抗凝固薬は、標準的な未分画ヘパリン、低分子量ヘパリン、ヘパリノイド、経口の抗凝固薬およびトロンビン阻害薬であった。11件の試験(参加者22,776例)に基づけば、抗凝固療法が追跡終了時の全原因による死亡のオッズを低減させることを示すエビデンスはなかった(オッズ比(OR)1.05、95%信頼区間(CI)0.98~1.12)。同様に、8件の試験(参加者22,125例)に基づけば、抗凝固薬が追跡終了点の死亡または依存のオッズを低減させることを示すエビデンスはなかった(OR 0.99、95%CI 0.93~1.04)。抗凝固療法によって、再発性虚血性脳卒中はほとんどみられなかったが(OR 0.76、95%CI 0.65~0.88)、症候性の頭蓋内出血が増加した(OR 2.55、95%CI 1.95~3.33)。同様に、抗凝固薬は肺塞栓症の頻度を減少させたが(OR 0.60、95%CI 0.44~0.81)、この利益は頭蓋外出血の増加によって相殺された(OR 2.99、95%CI 2.24~3.99)。




監  訳: 澤村 匡史,2009.2.20

実施組織: 厚生労働省委託事業によりMindsが実施した。

ご注意 : この日本語訳は、臨床医、疫学研究者などによる翻訳のチェックを受けて公開していますが、訳語の間違いなどお気づきの点がございましたら、Minds事務局までご連絡ください。Mindsでは最新版の日本語訳を掲載するよう努めておりますが、編集作業に伴うタイム・ラグが生じている場合もあります。ご利用に際しては、最新版(英語版)の内容をご確認ください。


Anticoagulantes utilizados para tratar acidente vascular cerebral isquêmico agudo


A maioria dos acidentes vasculares cerebrais isquêmicos agudos são causados por coágulos de sangue bloqueando uma artéria no cérebro. A prevenção da formação de coágulos com anticoagulantes pode melhorar o resultado do tratamento, caso o risco de hemorragia seja baixo. Este estudo é uma atualização de uma revisão da Cochrane que foi publicado pela primeira vez em 1995, seguido de uma atualização realizada em 2004.


Avaliar o efeito da terapia com anticoagulante versus um grupo controle no tratamento inicial (inferior a 14 dias) de pacientes com acidente vascular cerebral isquêmico agudo.

Métodos de busca

Nós pesquisamos nos registros de ensaios clínicos do the Cochrane Stroke Group (última pesquisa realizada em 02 de Outubro de 2007), e em duas bases de registros de ensaios clínicos em andamento (última pesquisa realizada em outubro de 2007).

Critério de seleção

Ensaios clínicos randomizados comparando terapia inicial com anticoagulantes (iniciada dentro de duas semanas após o acidente vascular cerebral) com um grupo controle em pacientes que sofreram acidente vascular cerebral isquêmico agudo provável ou confirmado.

Coleta dos dados e análises

Dois autores da revisão selecionaram, de forma independente, ensaios clínicos para inclusão, avaliaram sua qualidade, e extraíram os dados.

Principais resultados

Foram incluídos 24 ensaios envolvendo 23.748 participantes. A qualidade dos ensaios variou consideravelmente. Os anticoagulantes testados foram heparina padrão não fracionada, heparinas de baixo peso molecular, heparinoides, anticoagulantes orais e inibidores da trombina. Baseado em 11 ensaios (22.776 participantes) não houve evidências que terapias com anticoagulantes reduzissem a probabilidade de morte por todas as causas (razão de chances, odds ratio (OR) 1,05; 95% intervalo de confiança (IC) 0.98 a 1,12) até o final do seguimento. De forma semelhante, baseado em 8 ensaios clínicos (22.125 participantes), não houve evidências que os anticoagulantes reduzissem a probabilidade de morte ou sequelas até o final do seguimento (OR 0,99; 95% IC 0,93 a 1,04). Embora as terapias com anticoagulantes foram associadas com menor recorrência de acidente vascular cerebral isquêmico agudo (OR 0.76; 95% IC 0.65 a 0.88), os anticoagulantes também foram associados com um aumento nas hemorragias intracerebrais sintomáticas (OR 2.55; 95% IC 1.95 a 3.33). Da mesma maneira, os anticoagulantes reduziram a frequência de embolias pulmonares (OR 0.60; 95% IC 0.44 a 0.81), mas este benefício foi contrabalançado por um aumento em hemorragias extracerebrais (OR 2.99; 95% IC 2.24 a 3.99).

Conclusão dos autores

Desde a última versão da revisão, nenhum dos dois novos estudos relevantes forneceram informações adicionais para mudar as conclusões. Em pacientes com acidente vascular cerebral isquêmico agudo a terapia imediata utilizando anticoagulantes não foi associada com benefícios a curto ou longo prazo. Tratamento com anticoagulantes reduziu o acidente vascular cerebral recorrente, trombose venosa profunda e embolia pulmonar, mas aumentou risco de hemorragia. Estes dados não apoiam o uso rotineiro de nenhum anticoagulante atualmente disponível em acidente vascular cerebral isquêmico agudo.

Notas de tradução

Traduzido por: Bruna Cipriano Almeida Barros; Luciane Cruz Lopes, Unidade de Medicina Baseada em Evidências da Unesp, Brazil Contato:




大部分缺血性卒中由脑动脉血栓栓塞引起。若患者的出血风险较低,则可采用抗凝剂来预防血栓形成以改善预后。1995年首次发表了该Cochrane review,2004年进行了更新,本文再次更新该系统评价。




我们检索了Cochrane Stroke Group Trials Register(截至2007年10月2日)以及两个互联网临床数据库(截至2007年10月)中的相关临床试验。






共纳入24个临床试验(n=23,748)。各个试验的质量相差很大。受试的抗凝药物包括标准未分级肝素、低分子肝素、类肝素、口服抗凝药及凝血酶抑制剂。其中11个临床试验(n=22,776),未发现证据支持抗凝治疗能降低随访期末的全因死亡率(OR=1.05; 95%CI: 0.98~1.12)。8个临床试验(n=22,125名患者)也发现,无证据支持抗凝药物能减少死亡或生活依赖(OR=0.99; 95%CI: 0.93~1.04)。虽然抗凝治疗能减少缺血性卒中的复发(OR=0.76; 95%CI: 0.65~0.88),但却相应的增加了显性颅内出血的发生率(OR=2.55; 95%CI: 1.95~3.33)。研究同样发现,抗凝治疗能减少肺栓塞的发生率(OR=0.60; 95%CI: 0.44~0.81),但同时增加了颅外出血的几率(OR=2.99; 95%CI: 2.24~3.99)。
















有24個臨床試驗共23,748位患者被選入。各臨床試驗的品質相差頗大。受測試的抗凝血藥物包括有傳統肝素(standard unfractionated heparin), 低分子量肝素(lowmolecularweight heparins),類肝素(heparinoids), 口服抗凝血藥物(oral anticoagulants), 及血栓抑制劑(thrombin inhibitors)。依據其中11個臨床試驗(共22,776個患者),最後追蹤結果發現,沒有證據顯示抗凝血藥物治療會降低全死亡原因的比率(OR 1.05;95%信賴區間:0.98 – 1.12)。類似的結果也出現在另8個臨床試驗(共22,125患者),最後追蹤結果發現,沒有證據顯示抗凝血藥物會降低死亡或殘障的比率(OR 0.99;95%信賴區間:0.93 – 1.04)。雖然使用抗凝血藥物治療與少數減少再次發生缺血性中風的案例相關(OR = 0.76;95%信賴區間0.65 – 0.88),然而卻也增加有症狀的顱內出血中風的案例(OR = 2.55;95%信賴區間:1.95 – 3.33)。相似的研究亦發現,能減少肺栓塞案例(OR = 0.60;95%信賴區間:0.44 – 0.81),但是這好處卻因會額外增加重大顱外出血而被抵銷(OR 2.99; 95% CI 2.24 to 3.99)。





此翻譯計畫由臺灣國家衛生研究院(National Health Research Institutes, Taiwan)統籌。


每年全世界有百萬人發生中風,大部分中風原因為血塊堵塞腦部的血管,一旦缺乏應有的血流,腦部將很快發生損傷,且將持續永久,來自於中風的損傷可能造成手腳無力,無法言語或視覺障礙。中風有時是有致命性,但大部分可順利存活,不過無法再做之前經常做的事。由於中風相當常見且危害甚深,因此研究學者試著找出中風後盡快解除血栓的問題。其中一個解決方法即是抗凝血劑。一旦抗凝血劑發生功用,中風引起的不良效應也許可以避免。抗凝血劑的主要問題是其可能引發出血,此問題也時須嚴肅看待。本篇系統性文獻回顧之目的為找出早期給予抗凝血劑後之中風病人是否發生較佳或其他效應,及是否發生出血等問題。在這個系統性回顧當中有大量資訊—其包含23,748位中風病人及24個隨機研究,來回答這個問題. 以抗凝血劑來治療的病人較少在中風後發生腳部或肺部血栓。但這些受益與出血危險度增加互相抵銷。大部分的研究試圖找出方法來挑選中風病人,使其能自抗凝血劑受益,而不受出血併發症的影響。此篇文獻無法提供證據證明中風病人早期接受抗凝血劑治療,有整體利益存在。抗凝血劑無法減少失能的發生,但可能增加出血的機會。

Plain language summary

Anticoagulants for acute ischaemic stroke

Millions of people around the world have strokes every year. Most strokes take place when a blood clot blocks a blood vessel leading to the brain. Without a proper blood supply, the brain quickly suffers damage, which can be permanent. The damage from a stroke can cause arm or leg weakness, or difficulties with language or vision. Strokes are sometimes fatal, but will more often leave the survivor unable to do the things that they used to do. Because strokes are common and cause such damage, researchers are trying to find ways to get rid of the blood clot soon after the stroke happens. One way to do this is with blood thinning drugs called anticoagulants. If anticoagulants work, the bad effects of the stroke might be avoided. The main problem with anticoagulants is that they can cause bleeding, which can sometimes be very serious. This systematic review was designed to find out whether people treated with anticoagulants early after stroke got better or not, and whether they had problems with bleeding. There is a lot of information in this systematic review - 23,748 people with stroke have been involved in 24 included randomised trials to answer this question. People treated with anticoagulants had less chance of developing blood clots in their legs and in their lungs following their stroke, but these benefits were offset by an increased risk of bleeding. More research is needed to find out if there are ways to select the people with stroke who will benefit from anticoagulants without suffering the bleeding complications. This review did not provide any evidence that the early use of anticoagulants is of overall benefit to people with strokes caused by blood clots. Anticoagulants did not reduce disability, and caused more bleeding.

Résumé simplifié

Anticoagulants dans l'accident vasculaire cérébral (AVC) ischémique aigu

Chaque année, des millions de personnes sont victimes d'AVC dans le monde entier. Dans la majorité des cas, cela se produit lorsqu'un caillot sanguin bloque un vaisseau menant au cerveau. Sans apport sanguin correct, le cerveau peut rapidement être endommagé et les lésions peuvent être permanentes. Les lésions dues à un AVC peuvent entraîner des faiblesses dans les bras ou les jambes ou encore des troubles de la vision ou de l'expression. Les AVC sont parfois mortels, mais dans la plupart des cas, le patient y survit mais est incapable de faire ce qu'il faisait avant. Attendu la fréquence des AVC et les lésions qu'ils entraînent, les investigateurs sont à la recherche de solutions pour éliminer le caillot sanguin rapidement après un épisode. Un moyen d'y parvenir consiste à utiliser des médicaments qui liquéfient le sang et que l'on appelle anticoagulants. Si les anticoagulants fonctionnent, les effets délétères de l'AVC pourraient être évités. Le grand problème des anticoagulants est qu'ils peuvent entraîner des saignements, lesquels peuvent parfois être très graves. Cette revue systématique visait à déterminer si les personnes traitées par anticoagulants rapidement après un AVC guérissent et si elles rencontrent des problèmes de saignements. Cette revue systématique comporte de nombreuses informations (23 748 personnes victimes d'un AVC ont participé à 24 essais randomisés) pour répondre à ces questions. Les personnes sous anticoagulants sont moins susceptibles de développer des caillots au niveau des jambes et des poumons après leur AVC, mais ces bénéfices ne compensaient pas l'augmentation du risque d'hémorragies. Des recherches complémentaires sont nécessaires pour déterminer s'il est possible de sélectionner les patients victimes d'un AVC susceptibles de bénéficier des anticoagulants sans souffrir des complications hémorragiques. Cette revue n'a pas permis de démontrer que l'utilisation précoce d'anticoagulants est bénéfique pour toutes les personnes victimes d'un AVC dû à des caillots sanguins. Les anticoagulants ne réduisent pas l'incapacité et entraînent davantage de saignements.

Notes de traduction

Traduit par: French Cochrane Centre 1st September, 2012
Traduction financée par: Ministère du Travail, de l'Emploi et de la Santé Français

Resumo para leigos

Anticoagulantes utilizados para tratar acidente vascular cerebral isquêmico agudo

Milhões de pessoas em todo o mundo sofrem acidente vascular cerebral (AVC) todos os anos. A maioria dos AVC acontece quando um coágulo bloqueia um vaso sanguíneo que leva sangue para o cérebro. Sem um suprimento adequado de sangue, o cérebro rapidamente sofre uma lesão, que pode ser permanente. A lesão devido ao AVC pode causar fraqueza nos braços e pernas, ou dificuldade com linguagem e visão. Os acidentes vasculares cerebrais geralmente são fatais, mas frequentemente deixam o sobrevivente incapaz de fazer atividade rotineira. Visto que os AVC são tão comuns e causam tais danos, pesquisadores estão tentando encontrar meios para retirar os coágulos logo após o acidente vascular cerebral acontecer. Uma maneira para fazer isso é com fármacos para afinar o sangue chamados anticoagulantes. Se a terapia com anticoagulante tem êxito os efeitos negativos do AVC podem ser evitados. O principal problema com anticoagulantes é o risco de sangramentos, que podem ser muito graves. Esta revisão sistemática foi projetada para descobrir se as pessoas tratadas com anticoagulantes, logo após o acidente vascular cerebral isquêmico agudo, têm ou não, melhores resultados, e se eles tiveram problemas com sangramentos. Esta revisão sistemática nos fornece dados importantes, pois analisa os dados de 23.748 pessoas que tiveram AVC e foram recrutadas nos 24 ensaios clínicos randomizados incluídos. Pessoas tratadas com anticoagulantes apresentaram menor chance de desenvolver coágulos em suas pernas e pulmões seguido do AVC, mas estes benefícios foram contrabalançados por um aumento do risco de sangramento. Mais pesquisas são necessárias para descobrir se existe uma forma de selecionar pessoas com AVC que possam se beneficiar do uso de anticoagulantes sem sofrerem as complicações de sangramento. Esta revisão não forneceu nenhuma evidência que o uso inicial de anticoagulantes possa ser benéfico para pessoas com AVC causados por coágulos sanguíneos. Os anticoagulantes não reduziram as sequelas, e causaram mais sangramento.

Notas de tradução

Traduzido por: Bruna Cipriano Almeida Barros; Luciane Cruz Lopes, Unidade de Medicina Baseada em Evidências da Unesp, Brazil Contato:



全世界每年都有上百万人发生卒中,大部分是血栓栓塞脑血管所致。一旦缺乏血液供应,大脑可能迅速发生永久性损伤。卒中可导致肢体无力、言语困难或视觉障碍。虽然卒中有时足以致命,但更多的情况是造成患者残障或生活依赖。由于卒中常见且危害巨大,因此研究人员希望找到在卒中后尽快去除血栓的办法,抗凝剂便是其中之一。一旦抗凝剂治疗有效,就能尽量避免卒中导致的不良结局。抗凝剂的主要问题是可能会引起出血, 有时这种出血相当严重。本文的目的是确定卒中患者早期给予抗凝治疗能否改善预后以及是否会发生出血。本系统评价纳入的24个随机对照试验(n=23,748)表明,抗凝治疗能减少下肢或肺部血栓,但这些疗效却伴随着出血风险的增加。目前尚需更多研究来甄别哪些患者既能从抗凝治疗获益,又不易发生出血并发症。本文无足够证据证明血栓性卒中患者早期接受抗凝剂治疗利大于弊。抗凝剂不但无法降低残障率,反而会增加出血风险。


本摘要由重庆医科大学中国循证卫生保健协作网(China Effective Health Care Network)翻译。

Translated by: China Effective Health Care Network