Get access

Corticosteroids for Guillain-Barré syndrome

  • Review
  • Intervention

Authors


Abstract

Background

Guillain-Barré syndrome (GBS) is an acute paralysing disease caused by inflammation of the peripheral nerves, which corticosteroids would be expected to benefit.

Objectives

To examine the ability of corticosteroids to hasten recovery and reduce the long-term morbidity from GBS.

Search methods

We searched The Cochrane Neuromuscular Disease Group Specialized Register (1 November 2011), the Cochrane Central Register of Controlled Trials (CENTRAL) (The Cochrane Library 2011, Issue 4), CENTRAL (2011, Issue 4), MEDLINE (January 1966 to October 2011) and EMBASE (January 1980 to October 2011).

Selection criteria

We included randomised controlled trials (RCTs) or quasi-RCTs of any form of corticosteroid or adrenocorticotrophic hormone in GBS. Our primary outcome was change in disability grade on a seven-point scale after four weeks. Secondary outcomes included time from randomisation until recovery of unaided walking, time from randomisation until discontinuation of ventilation (for those ventilated), death, death or disability (inability to walk without aid) after 12 months, relapse, and adverse events.

Data collection and analysis

Two authors extracted the data independently.

Main results

No new trials were discovered in the new searches in June 2009 or November 2011. Six trials with 587 participants provided data for the primary outcome. According to moderate quality evidence, the disability grade change after four weeks in the corticosteroid groups was not significantly different from that in the control groups, mean difference (MD) 0.36 less improvement (95% confidence intervals (CI) 0.16 more to 0.88 less improvement). In four trials of oral corticosteroids with 120 participants in total, there was significantly less improvement after four weeks with corticosteroids than without corticosteroids, MD 0.82 disability grades less improvement (95% CI 0.17 to 1.47). In two trials with a combined total of 467 participants, there was no significant difference, MD 0.17 (95% CI -0.06 to 0.39) of a disability grade more improvement after four weeks with intravenous corticosteroids. According to moderate to high quality evidence, there were no significant differences between the corticosteroid-treated and the control groups in any of the secondary efficacy outcomes. Diabetes was significantly more common and hypertension significantly much less common in the corticosteroid-treated participants.

Authors' conclusions

According to moderate quality evidence, corticosteroids given alone do not significantly hasten recovery from GBS or affect the long-term outcome. According to low quality evidence oral corticosteroids delay recovery. Diabetes requiring insulin was significantly more common and hypertension less common with corticosteroids.

Résumé scientifique

Corticostéroïdes dans le syndrome de Guillain-Barré

Contexte

Le syndrome de Guillain-Barré (SGB) est une maladie paralysante aiguë provoquée par une inflammation des nerfs périphériques supposée être atténuée par l'administration de corticostéroïdes.

Objectifs

Examiner la capacité des corticostéroïdes à accélérer la guérison et à réduire la morbidité à long terme du SGB.

Stratégie de recherche documentaire

Nous avons effectué des recherches dans le registre spécialisé du Groupe Cochrane sur les affections neuro-musculaires (1er novembre 2011), le registre Cochrane des essais contrôlés (CENTRAL) (The Cochrane Library 2011, numéro 4), CENTRAL (2011, numéro 4), MEDLINE (de janvier 1966 à octobre 2011) et EMBASE (de janvier 1980 à octobre 2011).

Critères de sélection

Nous avons inclus des essais contrôlés randomisés (ECR) ou des quasi-ECR concernant n'importe quelle forme de corticostéroïde ou d'hormone adrénocorticotrophique pour le traitement du SGB. Notre critère de jugement principal était un changement du niveau d'invalidité sur une échelle à sept points après un délai de quatre semaines. Les critères de jugement secondaires incluaient le délai écoulé depuis la randomisation jusqu'à la récupération d'une marche sans aide, le délai écoulé depuis la randomisation jusqu'à l'arrêt de la ventilation (pour les patients ventilés), la mortalité ou l'invalidité (impossibilité de marcher sans aide) après un délai de 12 mois, les rechutes et les événements indésirables.

Recueil et analyse des données

Deux auteurs ont indépendamment extrait des données.

Résultats principaux

Aucun nouvel essai n'a été identifié dans les nouvelles recherches réalisées en juin 2009 ou en novembre 2011. Six essais composés de 587 participants ont fourni des données pour le critère de jugement principal. Selon des preuves de qualité moyenne, le changement du niveau d'invalidité après un délai de quatre semaines dans les groupes auxquels sont administrés des corticostéroïdes n'était pas significativement différent de celui des groupes témoins, différence moyenne (DM) 0,36 d'amélioration en moins (intervalles de confiance (IC) à 95 % 0,16 d'amélioration en plus à 0,88 d'amélioration en moins). Dans quatre essais concernant l'administration de corticostéroïdes oraux (120 participants), il y avait une amélioration significativement inférieure après quatre semaines de traitement par corticostéroïdes par rapport à l'absence de traitement par corticostéroïdes, DM 0,82 d'amélioration inférieure des niveaux d'invalidité (IC à 95 % 0,17 à 1,47). Dans deux essais avec un total combiné de 467 participants, il n'y avait aucune différence significative, DM 0,17 (IC à 95 % - 0,06 à 0,39) d'une amélioration supérieure du niveau d'invalidité après quatre semaines de traitement par corticostéroïdes intraveineux. Selon des preuves de qualité moyenne à élevée, il n'y avait aucune différence significative entre les patients traités par corticostéroïdes et les groupes témoins pour aucun des critères d'efficacité secondaires. Les cas de diabète étaient significativement plus fréquents, contrairement à l'hypertension, chez les participants traités par corticostéroïdes.

Conclusions des auteurs

Selon des preuves de qualité moyenne, l'administration de corticostéroïdes seuls ne favorise pas de façon significative la guérison du SGB ou n'affecte pas les résultats à long terme. Selon des preuves de qualité médiocre, les corticostéroïdes oraux retardent la guérison. Les cas de diabète nécessitant la prise d'insuline étaient plus fréquents, contrairement à l'hypertension, avec les corticostéroïdes.

Resumo

Corticosteroides para a síndrome de Guillain-Barré

Introdução

A síndrome de Guillain-Barré (GBS) é uma forma aguda de paralisia causada pela inflamação dos nervos periféricos. Espera-se que os uso de corticosteroides seja benéfico para esses casos.

Objetivos

Avaliar se o uso os corticosteroides acelera a recuperação dos pacientes acometidos pela GBS e reduzir sua morbidade a longo prazo.

Métodos de busca

As buscas foram realizadas nas seguintes bases de dados eletrônicas: The Cochrane Neuromuscular Disease Group Specialized Register (1º de novembro de 2011), a Cochrane Central Register of Controlled Trials (CENTRAL) (The Cochrane Library 2011, Issue 4), CENTRAL (2011, Issue 4), MEDLINE (janeiro de 1966 a outubro de 2011) e EMBASE (janeiro de 1980 a outubro de 2011).

Critério de seleção

Incluímos ensaios clínicos randomizados (RCTs) ou quasi-randomizados que testaram o uso de qualquer tratamento com corticosteroide ou hormônio adrenocorticotrófico para pacientes com GBS. Nosso desfecho primário foi mudança no nível de incapacidade (usando uma escala de sete pontos) após quatro semanas. Os desfechos secundários incluíram o tempo decorrido entre a randomização até a volta da capacidade de andar sem ajuda e até a retirada da ventilação (para aqueles que precisaram de ventilação), morte, morte ou incapacidade (não conseguir andar sem ajuda) após 12 meses, recidiva, e efeitos adversos.

Coleta dos dados e análises

Dois autores extraíram os dados de forma independente.

Principais resultados

Nenhum estudo novo foi encontrado nas novas buscas em junho de 2009 ou novembro de 2011. Seis estudos com 587 participantes forneceram dados para o desfecho primário. De acordo com a evidência de qualidade moderada, não houve diferença significativa no grau de mudança da incapacidade após quatro semanas entre os pacientes que receberam corticosteroide e aqueles no grupo controle: diferença média (MD) de melhora 0,36, intervalo de confiança de 95% (CI) de melhora de 0,16 a mais a 0,88 menos melhora). Em quatro estudos com corticosteroide oral envolvendo 120 participantes, houve significativamente menos melhora após quatro semanas com corticosteroides do que sem corticosteroides: MD 0,82 menos melhora do grau de incapacidade (95% CI 0,17 a 1,47). Em dois estudos envolvendo um total de 467 participantes, não houve diferença significativa, MD 0,17 (95% CI -0,06 a 0,39) de uma melhora do grau de incapacidade após quatro semanas de corticosteroide intravenoso. De acordo com a evidência de moderada a alta qualidade, não houve diferença significativa entre os grupos tratados com corticosteroide e controle em nenhum dos desfechos secundários de eficácia. O diabetes foi significativamente mais comum e hipertensão significativamente menos comum no grupo tratado com corticosteroide.

Conclusão dos autores

De acordo com a evidência de moderada qualidade, o uso de corticosteroides em monoterapia não acelera significativamente a recuperação dos pacientes com GBS e não afeta os desfechos a longo prazo. De acordo com evidência de baixa qualidade, os corticosteroides orais atrasam a melhora. Os pacientes que usaram corticoides tiveram significantemente mais diabetes que necessitou de tratamento com insulina e menos hipertensão arterial.

Notas de tradução

Tradução do Centro Cochrane do Brasil (Carolina de Oliveira Cruz)

Plain language summary

Corticosteroids for Guillain-Barré syndrome

Guillain-Barré syndrome is an uncommon paralysing illness, usually caused by autoimmune inflammation of nerves. In 25% of patients it leads to a requirement for artificial ventilation. About 5% of patients die and about 10% are left with persistent disability. Corticosteroid drugs (such as prednisolone) reduce inflammation and so should theoretically lessen nerve damage. We did not find any new trials in the update of this review but we had previously found eight trials with 653 participants. However, only six trials with 587 participants gave information about the primary outcome measure for this review, change in a seven-point disability scale. When the results of these six trials were pooled there was no significant difference in this or any other outcome. This result was considered unreliable because of marked variations between the trials. In four small trials of oral corticosteroids, with 120 participants, in total there was significantly less improvement after four weeks with corticosteroids than without corticosteroids. In two large trials with a combined total of 467 participants, there was a trend towards more benefit from intravenous corticosteroids in improvement in disability after four weeks but this trend was not significant. Corticosteroids were not associated with a significant increase in harm except that diabetes was significantly more common. Unexpectedly, high blood pressure was much less common in the corticosteroid-treated patients. The lack of more obvious benefit from corticosteroids is not understood but might be because the drugs have a harmful effect on muscles which counteracts the benefit from reducing inflammation in nerves.

Résumé simplifié

Corticostéroïdes dans le syndrome de Guillain-Barré

Le syndrome de Guillain-Barré est une maladie paralysante rare, généralement provoquée par une inflammation auto-immune des nerfs. Chez 25 % des patients, cette maladie nécessite une ventilation artificielle. Elle peut être mortelle (environ 5 %) et provoquer une invalidité permanente (environ 10 %) chez les patients. Les corticostéroïdes (comme la prednisolone) réduisent l'inflammation et devraient théoriquement diminuer le nombre de lésions nerveuses. Nous n'avons trouvé aucun nouvel essai dans la mise à jour de la présente revue, mais nous avions précédemment trouvé huit essais composés de 653 participants. Toutefois, seuls six essais regroupant 587 participants donnaient des informations sur le critère de jugement principal de cette revue, à savoir un changement sur une échelle d'invalidité composée de sept points. Lorsque du regroupement des résultats de ces six essais, il n'y avait aucune différence significative au niveau de ce critère ou de tout autre critère de jugement. Ce résultat était considéré comme étant peu fiable en raison de variations marquées entre les essais. Dans quatre essais de petite taille (120 participants) étudiant un traitement par corticostéroïdes oraux, les améliorations étaient significativement moins nombreuses en général après quatre semaines de traitement par rapport à l'absence de traitement par corticostéroïdes. Dans deux essais de grande taille avec un total combiné de 467 participants, les corticostéroïdes intraveineux avaient tendance à être plus efficaces pour améliorer l'invalidité après quatre semaines, mais cette tendance n'était pas significative. Les corticostéroïdes n'étaient pas liés à une augmentation significative des effets indésirables, hormis le fait que les cas de diabète étaient nettement plus fréquents. Contre toute attente, une pression artérielle élevée était beaucoup moins fréquente chez les patients traités par corticostéroïdes. Le manque d'effets bénéfiques plus probants des corticostéroïdes reste incompris, mais peut être dû aux effets néfastes de ces médicaments sur les muscles, ce qui annule leurs effets bénéfiques qui atténuent l'inflammation nerveuse.

Notes de traduction

Traduit par: French Cochrane Centre 13th September, 2012
Traduction financée par: Ministère du Travail, de l'Emploi et de la Santé Français

எளியமொழிச் சுருக்கம்

குயில்லன்- பார்ரே கூட்டறிகுறிக்கு கார்டிகோஸ்டிராய்டுகள்

குயில்லன்- பார்ரே நோய்க்குறியீடு ஒரு அசாதாரணமான முடக்குவாதம் நோய், பொதுவாக நரம்புகளின் தன்னுடல் தாக்குமை (ஆட்டோ இம்யூன்) வீக்கத்தால் ஏற்படும். அதனால் 25% நோயாளிகளுக்கு செயற்கை சுவாசக்கருவி வேண்டியதாக அமைந்துவிடுகிறது. சுமாராக 5% நோயாளிகள் உயிரிழக்கின்றனர் மற்றும் 10% நோயாளிகள் தொடர்ந்து இயலாமையுடன் இருப்பர். கார்டிகோஸ்டிராய்டு மருந்துகள் (ப்ரிடினிசோலன் போன்றவை) வீக்கத்தை குறைக்கும் அதனால் கோட்பாடுகளின்படி, நரம்பு சேதத்தை குறைக்கலாம். இந்த புதுப்பிக்கப்பட்ட ஆய்வில், நாங்கள் எந்த புதிய ஆராய்ச்சிகளையும் கண்டுபிடிக்கவில்லை ஆனால் நாங்கள் முன்னரே 653 பங்கேற்பாளர்கள் கொண்ட எட்டு ஆராய்ச்சிகளை கண்டுபிடித்திருந்தோம். எனினும், ஏழு புள்ளி இயலாமை அளவுக் கோளில் மாற்றம் காணப்பட்ட 587 பங்கேற்பாளர்கள் கொண்ட ஆறு ஆராய்ச்சிகள் மட்டுமே இந்த திறனாய்வின் முதன்மை விளைவுப் பயன் பற்றிய தகவல் அளித்தது. இந்த ஆறு ஆராய்ச்சிகளின் முடிவுகளையும் ஒன்றாக சேர்க்கும்போது குறிப்பிடத்தக்க வேறுபாடு இந்த அல்லது வேறு எந்த விளைவு பயனிலும் தெரியவில்லை. ஆராய்ச்சிகளுக்கு இடையே குறிப்பிடத்தக்க வேறுபாடுகள் இருந்தமையால் முடிவுகள் நம்பகத்தன்மையற்றதாக கருதப்பட்டன. வாய்வழி கோர்டிகோஸ்டெராய்டு உபோகித்து, 120 பங்கேற்பாளர்கள் கொண்ட நான்கு சிறிய ஆராய்ச்சிகளில், மொத்தத்தில் கார்டிகோஸ்டிராய்டு சிகிச்சை அளிக்கப்பட்டவர்கள், கார்டிகோஸ்டிராய்டு அளிக்கப்படாதவார்களை விட நான்கு வாரங்களுக்கு பிறகு கணிசமாக குறைவான முன்னேற்றம் ஏற்பட்டது. 467 பங்கேற்பாளர்கள் கொண்ட இரண்டு பெரிய ஆராய்ச்சிகளில் நான்கு வாரங்களுக்கு சிரை வழி கார்டிகோஸ்டீராய்டு சிகிச்சைக்கு பிறகு இயலாமையில் முன்னேற்றம் நோக்கி ஒரு போக்கு இருந்து என்றாலும், இந்த போக்கு குறிப்பிடத்தக்கதாக இல்லை. நீரிழிவு நோய் பொதுவாக காணப்பட்டதை தவிர கார்டிகோஸ்டெராய்டுகள் தீங்கு விளைவிப்பது குறிப்பிடத்தக்க அளவில் அதிகரிக்கவில்லை. எதிர்பாராத விதமாக ஏற்படும் உயர் இரத்த அழுத்தம் மிகவும் குறைவாகவே கார்டிகாஸ்டிராய்ட்-சிகிச்சையளிக்கப்பட்ட நோயாளிகளிடத்தில் காணப்பட்டது. கார்டிகோஸ்டிராய்டினால் பெரியளவில் நன்மை கிடைக்காததிற்கு காரணம் என்ன என்பது தெரியவில்லை. கார்டிகோஸ்டிராய்டு மருந்துகள் நரம்புகளில் வீக்கம் குறைத்து நன்மை பயத்தாலும், தசைகளில் ஏற்படுத்தும் தீய விளைவுகள் அவற்றின் நன்மைகளுக்கு எதிர்ச்செய்கையாக அமைவதினால் இருக்கலாம்.

மொழிபெயர்ப்பு குறிப்புகள்

மொழிபெயர்ப்பு: க.ஹரிஓம், வை. பிரகாஷ், மற்றம் சி.இ.பி.என்.அர் குழு

Resumo para leigos

Corticosteroides para a síndrome de Guillain-Barré

A síndrome de Guillain-Barré é uma forma rara de paralisia geralmente causada por uma inflamação autoimune dos nervos (a pessoa produz anticorpos que atacam os próprios nervos). Um em cada quatro (25%) pacientes com Guillain-Barré precisa da ajuda de aparelhos para respirar. Cerca de 5% dos pacientes morrem e cerca de 10% ficam de alguma forma incapacitados para sempre. Os corticoides (como a prednisona) são remédios que reduzem a inflamação e então deveriam, em teoria, diminuir os danos aos nervos. Nós não encontramos nenhum estudo novo na atualização desta revisão. Na versão anterior dessa revisão, havíamos encontrado 8 estudos com um total de 653 participantes. Mas apenas 6 estudos com 587 participantes deram informações sobre o objetivo primário avaliado por esta revisão, que era a mudança no grau de incapacidade na escala de sete pontos. Quando os resultados desses seis estudos foram combinados, não encontramos diferença significativa neste ou em qualquer outro desfecho. Esse resultado foi considerado incerto por causa das grandes diferenças entre os estudos. Em quatro pequenos estudos envolvendo 120 pacientes que tomaram corticoides por via oral, houve significativamente menos melhora após quatro semanas com corticosteroide do que sem. Em dois grandes estudos maiores, que envolveram um total de 467 participantes, houve uma tendência para mais benefício no grupo que recebeu corticoide intravenoso na melhora da incapacidade após quatro semanas, mas essa tendência não foi significante. O uso de corticoides não se associou a nenhum aumento significativo de danos, exceto pelo risco de desenvolver diabetes, que foi significativamente maior. Inesperadamente, os casos de pressão alta foram menos frequentes nos pacientes tratados com corticosteroides. Não se sabe por que os corticoides não produzem mais benefícios evidentes. Especula-se que isso pode ser devido ao fato de que os corticoides têm um efeito negativo sobre os músculos e isso poderia neutralizar os benefícios da diminuição da inflamação dos nervos.

Notas de tradução

Tradução do Centro Cochrane do Brasil (Carolina de Oliveira Cruz)

Get access to the full text of this article