Yoga for epilepsy

  • Review
  • Intervention

Authors


Abstract

Background

This is an updated version of the original Cochrane review published in The Cochrane Library, Issue 1, 2002.

Yoga may induce relaxation and stress reduction, and influence the electroencephalogram and the autonomic nervous system, thereby controlling seizures. Yoga would be an attractive therapeutic option for epilepsy if proved effective.

Objectives

To assess whether people with epilepsy treated with yoga:

(a) have a greater probability of becoming seizure free;
(b) have a significant reduction in the frequency or duration of seizures, or both; and
(c) have a better quality of life.

Search methods

We searched the Cochrane Epilepsy Group Specialized Register (26 March 2015), the Cochrane Central Register of Controlled Trials (CENTRAL, The Cochrane Library, 26 March 2015), MEDLINE (Ovid, 1946 to 26 March 2015), SCOPUS (1823 to 9 January 2014), ClinicalTrials.gov (26 March 2015), the World Health Organization (WHO) International Clinical Trials Registry Platform ICTRP (26 March 2015), and also registries of the Yoga Biomedical Trust and the Research Council for Complementary Medicine. In addition, we searched the references of all the identified studies. No language restrictions were imposed.

Selection criteria

The following study designs were eligible for inclusion: randomised controlled trials (RCT) of treatment of epilepsy with yoga. Eligible participants were adults with uncontrolled epilepsy comparing yoga with no treatment or different behavioural treatments.

Data collection and analysis

Three review authors independently selected trials for inclusion and extracted data. The following outcomes were assessed: (a) percentage of people rendered seizure free; (b) seizure frequency and duration; (c) quality of life. Analyses were on an intention-to-treat basis. Odds ratio (OR) with 95% confidence intervals (95% Cl) were estimated for the outcomes.

Main results

Two unblinded trials recruited a total of 50 people (18 treated with yoga and 32 to control interventions). Antiepileptic drugs were continued in all the participants. Baseline phase lasted 3 months in both studies and treatment phase from 5 weeks to 6 months in the two trials. Randomisation was by roll of a die in one study and using a computerised randomisation table in the other one but neither study provided details of concealment of allocation and were rated as unclear risk of bias. Overall, the two studies were rated as low risk of bias (all participants were included in the analysis; all expected and pre-expected outcomes were reported; no other sources of bias). The overall OR with 95% confidence interval (CI) was:
(i) seizure free for six months - for yoga versus sham yoga ORs of 14.54 (95% CI 0.67 to 316.69) and for yoga versus no treatment group 17.31 (95% CI 0.80 to 373.45); for Acceptance and Commitment Therapy (ACT) versus yoga ORs of 1.00 (95% Cl 0.16 to 6.42; (ii) reduction in seizure frequency - the Mean Difference between yoga versus sham yoga group was -2.10 (95% CI -3.15 to -1.05) and for yoga versus no treatment group -1.10 (95% CI -1.80 to -0.40); (iii) more than 50% reduction in seizure frequency - for yoga versus sham yoga group ORs of 81.00 (95% CI 4.36 to 1504.46) and for the yoga versus no treatment group 158.33 (95% CI 5.78 to 4335.63); ACT versus yoga ORs of 0.78 (95% Cl 0.04 to 14.75); (iv) more than 50% reduction in seizure duration - for yoga versus sham yoga group ORs of 45.00 (95% CI 2.01 to 1006.75) and for yoga versus no treatment group 53.57 (95% CI 2.42 to 1187.26); ACT versus yoga ORs of 0.67 (95% Cl 0.10 to 4.35). In addition in Panjwani 1996 the authors reported that the one-way analysis of variance revealed no statistically significant differences between the three groups. A P-Lambda test taking into account the P values between the three groups also indicated that the duration of epilepsy in the three groups was not comparable. No data were available regarding quality of life. In Lundgren 2008 the authors reported that there was no significant difference between the yoga and ACT groups in seizure free rates, 50% or greater reduction in seizure frequency or seizure duration at one year follow-up. The yoga group showed significant improvement in their quality of life according to the Satisfaction With Life Scale (SWLS) (P < 0.05), while the ACT group had significant improvement in the World Health Organization Quality of Life-BREF (WHOQOL-BREF) scale (P < 0.01).

Authors' conclusions

Study of 50 subjects with epilepsy from two trials reveals possible beneficial effect in control of seizures. Results of the overall efficacy analysis show that yoga treatment was better when compared with no intervention or interventions other than yoga (postural exercises mimicking yoga). There was no difference between yoga and Acceptance and Commitment Therapy. However no reliable conclusions can be drawn regarding the efficacy of yoga as a treatment for uncontrolled epilepsy, in view of methodological deficiencies such as limited number of studies, limited number of participants randomised to yoga, lack of blinding and limited data on quality-of-life outcome. Physician blinding would normally be taken to be the person delivering the intervention, whereas we think the 'physician' would in fact be the outcome assessor (who could be blinded), so that would be a reduction in detection bias rather than performance bias. In addition, evidence to inform outcomes is limited and of low quality. Further high-quality research is needed to fully evaluate the efficacy of yoga for refractory epilepsy.

Resumo

Ioga para epilepsia

Introdução

Esta é uma versão atualizada da revisão Cochrane original publicada na The Cochrane Library, Vol. 1, 2002.

A ioga pode induzir relaxamento e redução de estresse. Pode também ter um efeito sobre o sistema nervoso autônomo, influenciando os resultados do eletroencefalograma. Assim, a ioga pode ajudar a controlar convulsões e, se provada efetiva, seria uma opção terapêutica atrativa para a epilepsia.

Objetivos

Avaliar se pessoas com epilepsia tratadas com ioga:

(a) têm maior probabilidade de ficarem livre de convulsões;
(b) têm uma redução significativa na frequência ou duração de convulsões, ou em ambas; e
(c) têm uma melhor qualidade de vida.

Métodos de busca

Pesquisamos as seguintes bases de dados: the Cochrane Epilepsy Group Specialized Register (26 de março de 2015), the Cochrane Central Register of Controlled Trials (CENTRAL, The Cochrane Library, 26 de março de 2015), MEDLINE (Ovid, 1946 a 26 de março de 2015), Scopus (1823 a 9 de janeiro de 2014), ClinicalTrials.gov (26 de março de 2015), the World Health Organization (WHO) International Clinical Trials Registry Platform ICTRP (26 de março de 2015), e também os registros do the Yoga Biomedical Trust e the Research Council for Complementary Medicine. Também pesquisamos as referências de todos os estudos identificados. Não houve restrição de idiomas.

Critério de seleção

Os seguintes desenhos de estudos foram elegíveis para a inclusão: ensaios clínicos randomizados (ECR) comparando ioga versus nenhum tratamento ou tratamentos comportamentais em adultos com epilepsia não controlada.

Coleta dos dados e análises

Três autores avaliaram de forma independente a elegibilidade dos estudos e extraíram os dados. Avaliamos os seguintes desfechos: (a) porcentagem de pessoas sem convulsões; (b) frequência e duração das convulsões; (c) qualidade de vida. Fizemos as análises com base na intenção por tratar. Estimamos a razão de chances (OR) com intervalos de confiança de 95% para cada um dos desfechos.

Principais resultados

Dois estudos não cegos recrutaram um total de 50 pessoas (18 tratadas com ioga e 32 com outras intervenções). As drogas antiepiléticas foram continuadas em todos os participantes. Em ambos os estudos, a fase inicial durou três meses e a fase de tratamento durou de cinco semanas a seis meses. Em um estudo, a randomização foi através do jogo de um dado e, no outro, através de uma tabela de randomização. Porém, os estudos não apresentaram detalhes da ocultação da alocação e, portanto, foram classificados como tendo risco de viés incerto nesse aspecto. No geral, os estudos foram classificados como tendo baixo risco de viés (todos os participantes foram incluídos na análise; todos desfechos esperados e previstos foram relatados; nenhuma outra fonte de viés). O OR total com intervalo de confiança (CI) de 95% foi:
(i) ausência de convulsões por seis meses – para ioga versus sham ioga, ORs de 14,54 (95% CI 0,67 a 316,69) e, para ioga versus nenhum tratamento, 17,31 (95% CI 0,80 a 373,45); para terapia de aceitação e comprometimento (ACT) versus ioga, ORs de 1,00 (95% CI 0,16 a 6,42); (ii) redução na frequência de convulsões – a diferença de médias (MD) entre os grupos ioga e sham ioga foi -2,10 (95% CI -3,15 a -1,05) e, para ioga versus nenhum tratamento, -1,10 (95% CI -1,80 a -0,40); (iii) redução maior que 50% na frequência de convulsões – para ioga versus sham ioga, ORs de 81,00 (95% CI 4,36 a 1.504,46) e para ioga versus nenhum tratamento, 158,33 (95% CI 5,78 a 4.335,63); para Terapia de Aceitação e Comprometimento versus yoga, ORs de 0,78 (95% Cl 0,04 a 14,75); (iv) redução maior que 50% na duração das convulsões – para yoga versus sham yoga, ORs de 45,00 (95% CI 2,01 a 1.006,75) e, para yoga versus nenhum tratamento, 53,57 (95% CI 2,42 a 1.187,26); para terapia de aceitação e comprometimento versus ioga, ORs de 0,67 (95% Cl 0,10 a 4,35). Além disso, em Panjwani 1996, os autores relataram que não houve nenhuma diferença estatística significativa entre os três grupos, na análise de variância. Um teste P-Lambda levando em conta os valores de P entre os três grupos também indicou que a duração da epilepsia nos três grupos não foi comparável. Não havia dados disponíveis em relação à qualidade de vida. No estudo Lundgren 2008 os autores relataram que, no acompanhamento de um ano, não houve diferença significativa entre os grupos ioga e terapia de aceitação e comprometimento nas taxas de indivíduos sem convulsões, nas taxas de redução de no mínimo 50% na frequência ou na duração de convulsões. O grupo ioga mostrou melhora significativa na qualidade de vida de acordo com a Escala de Satisfação com a Vida (SWLS) (P < 0.05), enquanto o grupo terapia de aceitação e comprometimento teve uma melhora significativa na escala de qualidade de vida da Organização Mundial de Saúde (WHOQOL-BREF).

Conclusão dos autores

O estudo de 50 indivíduos com epilepsia em dois ensaios clínicos revelou um possível efeito benéfico da ioga no controle de convulsões. Os resultados da análise da eficácia geral mostram que o tratamento com ioga foi melhor em comparação com nenhuma intervenção ou outras intervenções (exercícios posturais mimetizando a ioga). Não houve diferença entre ioga e terapia de aceitação e comprometimento. Entretanto, diante das deficiências metodológicas existentes, não se pode chegar a nenhuma conclusão confiável em relação à eficácia da ioga como um tratamento para a epilepsia não controlada. Essas deficiências incluem o pequeno número de estudos, o número limitado de participantes randomizados para a ioga, a falta de mascaramento e os poucos dados para o desfecho qualidade de vida. O habitual seria considerar mascaramento do médico como sendo o mascaramento da pessoa que implementa a intervenção. Porém, nós acreditamos que o "médico" seria de fato o avaliador do desfecho (que poderia ser mascarado). Assim, haveria uma redução no viés de detecção ao invés do viés de desempenho. Além disso, as evidências relativas aos desfechos são limitadas e de baixa qualidade. Mais estudos de alta qualidade são necessários para avaliar plenamente a eficácia da ioga para a epilepsia refratária.

Notas de tradução

Tradução do Centro Cochrane do Brasil (Julia Vajda de Albuquerque).

Plain language summary

Yoga for epilepsy

This review assessed the utility of yoga as a treatment for control of epilepsy.

Epilepsy is a disorder in which recurrent seizures are caused by abnormal electrical discharges in the brain. Most seizures can be controlled by antiepileptic drugs but sometimes seizures develop which are resistant to those drugs. People may also wish to try non-drug treatments such as yoga. Between 25% and 40% of people with epilepsy treated with AED have uncontrolled seizure, experience adverse effect from medication, suffer from stigmatisation and have a higher degree of psychiatric disorders as compared with people with other chronic illnesses. For those who have epilepsy and related problems it is important to develop, evaluate, and implement a complementary treatment model in the everyday treatment of epilepsy.

Yoga, an integral part of Indian culture and heritage, is said to bestow good health - physical, mental and spiritual - on the practitioner. There are various types of yoga involving postural exercises (asanas), breath control (pranayama) and meditation. In one study, the practice of Sahaja yoga, a simple form of meditation, reduced seizures and EEG changes in people with epilepsy. The effect of meditation was attributed to a reduction in the level of stress as evidenced by changes in skin resistance and levels of blood lactate and urinary vanillylmandelic acid.

In this review we have included two unblinded randomised controlled trials (RCTs) recruiting a total of 50 participants (adults) with refractory epilepsy and comparing any type of classical Indian yoga to the control groups receiving no intervention or interventions such as yoga-mimicking exercises or Acceptance and Commitment Therapy. Antiepileptic drugs were continued in all the participants.

The outcomes assessed were: percentage of people rendered seizure free; seizure frequency and duration; and quality of life. Results of the overall efficacy analysis show that yoga treatment was better when compared with no intervention or interventions other than yoga, but no reliable conclusions can be drawn regarding the efficacy of yoga as a treatment for uncontrolled epilepsy. The yoga group showed significant improvement in their quality of life according to the Satisfaction With Life Scale.

Blinding may reduce the observer bias. Physician blinding may be achieved with the outcomes being assessed by a physician who is not involved in the trial. Participant blinding may not be possible, since it would be easy to distinguish whether the intervention given is yoga or not. It would be ideal if the seizure records are maintained by a blinded observer. Seizure frequency outcomes should preferably be expressed as the proportion of individuals seizure free or proportion with more than 50% reduction in seizure frequency, since mean values of seizure frequency are often skewed and difficult to analyse. Seizure duration may be measured in seconds or minutes (per episode or month). Validated quality-of-life measures (disease specific) may indicate whether there is overall improvement in the quality of life as a result of the intervention, besides seizure control.

No reliable conclusions can be drawn at present regarding the efficacy of yoga as a treatment for epilepsy. In addition, evidence to inform outcomes is limited and of low quality. Yoga can be considered as a complex intervention, similar to other forms of complementary and alternative treatments. Yoga can only be an add-on to antiepileptic drugs (AEDs) at the present time and cannot be used as the sole method of intervention. Finally, no reliable evidence was found to support the use of yoga and further trials are needed.

Laienverständliche Zusammenfassung

Yoga bei Epilepsie

Dieser Review untersucht den Nutzwert von Yoga als eine Behandlung bei Epilepsie.

Epilepsie ist eine Erkrankung, bei der es zu wiederkehrenden Krampfanfällen kommt, die durch abnorme elektrische Entladungen im Gehirn verursacht werden. Die meisten Anfälle können durch antiepileptische Medikamente unter Kontrolle gebracht werden. Es entwickeln sich jedoch manchmal Anfälle, die auf Medikamente nicht ansprechen. Manche Menschen möchten auch gerne nicht-medikamentöse Behandlungsformen ausprobieren, wie z.B. Yoga. Zwischen 25% und 40% der Menschen mit Epilepsie, die mit antiepileptischen Medikamenten behandelt werden, haben unkontrollierte Krampfanfälle, unerwünschte Wirkungen von Medikamenten, leiden unter Stigmatisierung und häufiger unter psychiatrischen Erkrankungen im Vergleich zu Menschen mit anderen chronischen Krankheiten. Für Menschen, die unter Epilepsie und den damit verbundenen Problemen leiden ist es wichtig, dass ein komplementäres Behandlungsmodell für die Alltagsbehandlung von Epilepsie entwickelt, untersucht und implementiert wird.

Yoga ist ein Bestandteil des kulturellen Erbes Indiens und soll die physische, psychische und geistige Gesundheit der Menschen fördern, die Yoga ausüben. Es gibt verschiedene Arten von Yoga, welche aus Körperhaltungen (asanas), Atemübungen (pranayama) und Meditation bestehen. In einer Studie hat die Ausübung von Sahaja Yoga, eine einfache Art der Meditation, Krampfanfälle und EEG Veränderungen bei Menschen mit Epilepsie vermindert. Die Wirkung der Meditation wurde auf eine Verminderung des Stress zurückgeführt, was durch Änderungen des Hautwiderstandes und der Laktatwerte im Blut und Vanillinmandelsäure im Urin nachgewiesen wurde.

In diesem Review haben wir zwei unverblindete randomisierte kontrollierte Studien (RCTs) mit insgesamt 50 Teilnehmern (Erwachsene) eingeschlossen, die an refraktärer Epilepsie leiden. Diese Studien verglichen jegliche Art von klassischem indischem Yoga mit Kontrollgruppen, die keine Intervention oder eine Intervention bekommen haben, die Übungen wie Yoga imitieren soll oder Akzeptanz- und Commitmenttherapie. Antiepileptische Medikamente wurden bei allen Teilnehmern fortgesetzt.

Die gemessenen Endpunkte waren: Anteil von Menschen die anfallsfrei geworden sind; Häufigkeit und Dauer der Krampfanfälle; und Lebensqualität. Ergebnisse der Analyse der Gesamtwirkung zeigen, dass eine Behandlung mit Yoga im Vergleich zu keiner oder einer anderen Intervention besser war. Bezüglich der Wirkung von Yoga als Behandlung von unkontrollierter Epilepsie kann keine verlässliche Schlussfolgerung gezogen werden. Die Yoga-Gruppe zeigte eine signifikante Besserung ihrer Lebensqualität, die mit der "Satisfaction With Life Scale" gemessen wurde.

Verblindung könnte den Beobachter-Bias (observer bias) vermindern. Die Verblindung von Ärzten kann erreicht werden, indem die Endpunkte von einem Arzt gemessen werden, der nicht an der Studie beteiligt ist. Die Verblindung der Teilnehmer könnte nicht möglich sein, da es einfach ist herauszufinden, ob die Intervention Yoga oder kein Yoga ist. Es wäre ideal, wenn die Aufzeichnung von Krampfanfällen durch einen verblindeten Beobachter erfolgen würde. Die Endpunkte über die Häufigkeit von Krampfanfällen sollten besser als der Anteil anfallsfreier Menschen oder der Anteil mit mehr als 50% Reduktion in Anfallshäufigkeit wiedergegeben werden. Durchschnittswerte von Anfallshäufigkeit sind nämlich oft verzerrt und schwierig zu analysieren. Die Anfallsdauer könnte in Sekunden oder Minuten (pro Episode oder Monat) gemessen werden. Validierte Instrumente zur Messung der Lebensqualität (krankheitsspezifisch) könnten darauf hinweisen, ob es neben einer Anfallskontrolle auch eine Gesamtbesserung der Lebensqualität infolge der Intervention gegeben hat.

Es kann zurzeit keine verlässliche Schlussfolgerung über die Wirkung von Yoga als Epilepsie-Behandlung gezogen werden. Außerdem ist die Evidenz für diese Endpunkte begrenzt und von niedriger Qualität. Yoga kann als eine komplexe Intervention betrachtet werden, ähnlich wie andere Arten von komplementären und alternativen Behandlungen. Yoga kann derzeit nur eine Zusatztherapie zu antiepileptischen Medikamenten sein und kann nicht als alleinige Behandlungsmethode eingesetzt werden. Letztlich wurde keine verlässliche Evidenz gefunden, die für Yoga als Behandlung spricht. Mehr Studien zu diesem Thema sind notwendig.

Anmerkungen zur Übersetzung

Cochrane Schweiz

எளியமொழிச் சுருக்கம்

வலிப்பு நோய்க்கு யோகா

வலிப்பு நோயை கட்டுப்படுத்துவதற்கான சிகிச்சை முறையாக யோகாவின் பயன்பாட்டை இவ்வாய்வு ஆராய்கின்றது.

வலிப்பு நோய் என்பது மூளையில் ஏற்படும் இயல்பு மீறிய மின்னிறக்கத்தால் அடிக்கடி ஏற்படும் வலிப்பு தாக்கமாகும்(Seizure). பெரும்பாலான வலிப்பு தாக்கங்களை , வலிப்பை கட்டுப்படுத்தும் மருந்துகள் (Anti - Epileptic Drugs ) மூலம் தணிக்க இயலும். ஆனால், சில வேளைகளில் அம்மருந்துகளுக்கு எதிர்ப்பு தன்மையுள்ள வலிப்பு தாக்கங்களும் ஏற்படலாம். மருந்தில்லா சிகிச்சை முறையான யோகா போன்றவற்றையும் பாதிக்கப்பட்டோர் செய்ய விரும்புவர். வலிப்பை கட்டுப்படுத்தும் மருந்துகளால் சிகிச்சை எடுத்துக்கொண்டவர்களை, மற்ற விதமான நாள்பட்ட நோய்களோடு ஒப்பிடுகையில் வலிப்பு நோய்க்கு மருந்து சிகிச்சை எடுத்து கொண்டோரில் சுமார் 25% இருந்து 40 % பேருக்கு வலிப்பு நோய் கட்டுக்குள் வரவில்லை என்பதுடன் அவர்கள் மருந்து உட்கொள்வதன் எதிர் விளைவுகளையும் அனுபவித்தனர். தம்மீது மாசு ஏற்பட்டதாய் உணர்ந்து அல்லல் பட்டதோடு அதிகமாக மனநல கோளாறுகளினாலும் பாதிக்கப்பட்டிருந்தார்கள் வலிப்பு நோய் மற்றும், அதைச் சார்ந்த பிரச்சினைகளால் பாதிக்கப்பட்டோருக்கான அன்றாட சிகிச்சையில் ஒரு குறை நிரப்பு சிகிச்சை மாதிரியை (Complementary treatment model) மேம்படுத்தி, மதிப்பிட்டு, செயல்படுத்துவது மிகவும் இன்றியமையாதது ஆகும்.

இந்திய பண்பாடு மற்றும் பாரம்பரியத்தின் அங்கமான யோகா, அதை செயல்படுத்துபவர்களின் உடல், மனம் மற்றும் அக நிலை சார்ந்த நலத்தை பேணுவதாக கருதப்படுகின்றது. நிலுவைய பயிற்சிகள் (ஆசனங்கள்),மூச்சு கட்டுபாட்டு பயிற்சிகள் (பிரணாயமா) மற்றும் உடல் உளத்தளர்வு பயிற்சி (தியானம்) போன்ற பல வகையான யோகா பயிற்சிகள் உள்ளன. ஓர் ஆய்வு , சஹஜ யோகா(Sahaja yoga) என்ற எளிய வகையான உடல் உளத்தளர்வு பயிற்சி,வலிப்பு நோயுடையவர்களின் வலிப்பு தாக்கங்களை குறைப்பதாகவும்,மூளையில் ஏற்படும் மின்னிறக்க மாற்றங்களை (EEG) குறைப்பதாகவும் குறிப்பிடுகின்றது. இவ்வகையான உடல் உளத்தளர்வு பயிற்சிகளின் விளைவாக உடல் அழுத்த அளவுகள் (Stress levels)குறைவதாக கருதப்படுகின்றது. தோற்றடை (Skin resistance), இரத்தத்தில் உள்ள லேக்டேட் அளவு(Blood lactate levels) மற்றும் சிறு நீரிலுள்ள வேனிலில் மெண்டலிக் அமிலத்தின்(Urinary vanillyl mendelic acid)அளவு போன்றவற்றில் ஏற்படும் மாற்றங்கள் இதற்கு ஆதாரமாக உள்ளன.

இவ்வாய்வில், இரண்டு மறைப்பற்ற சமவாய்ப்பு கட்டுப்பாட்டு சோதனைகளில் (Unblinded Randomised controlled trials), 50 மருந்துக்கு மசியாத வலிப்பு நோய் (Refractory epilepsy) உடைய பங்கேற்பாளர்களுக்கு மரபார்ந்த இந்திய யோகா பயிற்சிகள் அளிக்கப்பட்டு , அவர்கள் சிகிச்சைகள் இல்லாத அல்லது யோகா போன்ற பயிற்சிகள் (Yoga mimicking exercises) அல்லது ஏற்பு மற்றும் உறுதியளிப்பு சிகிச்சைகளை (Acceptance and commitment therapy) மேற்கொண்ட கட்டுப்பாட்டு குழுவினரோடு ஒப்பாய்வு செய்யப்பட்டனர். எல்லா பங்கேற்ப்பாளர்களுக்கும் வலிப்பு நோயைக் கட்டுப்படுத்தும் மருந்துகள் தொடர்ந்து அளிக்கப்பட்டது.

வலிப்பு தாக்கத்தில் இருந்து விடுபட்டோரின் சதவிகிதம், வலிப்பு தாக்கத்தின் கால அளவு (Duration of seizure) மற்றும்வலிப்பு தாக்கம் அடுத்தடுத்து நிகழும் நிலை (frequency ), பாதிக்கப்பட்டோரின் வாழ்க்கை தரம் (Quality of Life ) போன்றவை சிகிச்சை விளைவு பலன்களை மதிப்பிட்டோம் யோகா பயிற்சிகள் மற்ற சிகிச்சைகளை விட பலன் அளிப்பதாக ஆய்வு முடிவுகள் குறிப்பிட்டாலும், கட்டுக்கடங்கா வலிப்பு நோய்க்கான (Uncontrolled epilepsy) சிகிச்சை முறையாக யோகா பயிற்சிகளை மேற்கொள்ள நம்பத்தக்க சான்றுகளை இவ்வாய்வு கண்டறியவில்லை. யோகா மேற்கொண்ட குழுவின் வாழ்க்கைத்தரம் மேம்பட்டதாக வாழ்க்கை மனநிறைவு அளவீடு(Satisfaction with life scale) மூலமாக கண்டறியப்பட்டுள்ளது.

நோக்காளர் மறைப்பு (Blinding) மூலம் நோக்காளர் சார்ந்த ஒரு தலைப்பட்சமான முடிவுகளைக் (Observer bias)குறைக்கலாம். நோக்காளர் மறைப்பு (blinding) ஆய்வில் பங்கு கொள்ளாத மருத்துவர்மூலம் விளைவு பயன்களை அளவிடுவதால் ஏற்படுத்த இயலும். பங்கேற்பாளர் மறைப்பை(Participant blinding) ஏற்படுத்துவது மிகவும் கடினம் ஏனெனில் பங்கேற்பாளர் யோகா குழுவில் உள்ளாரா இல்லையா என்பதை கண்டறிவது மிகவும் எளிது. வலிப்பு தாக்கம் சார்ந்த தரவுகளை மறைக்கப்பட்ட நோக்காளர்(Blinded Observer) மூலம் அளவிடுவது சிறந்ததாகும். வலிப்பு தாக்கம் அடுத்தடுத்து நிகழும் நிலை (frequency)யின் சராசரி மதிப்பை அளவிடுவது மிகவும் கடினம் என்பதால், வலிப்பு தாக்கத்தால் பாதிக்கப்பட்டோரின் பாதிப்பை சதவிகித அளவுகளில் அளவிடுவது சிறந்ததாகும். மேலும் வலிப்புதாக்கம் அடுத்தடுத்து நிகழும் நிலைகளைக் கணக்கிட வலிப்புதாக்கமற்ற அல்லது விகித அளவுகளில் 50% அதிகமாக குறைவுப்பட்ட வலிப்பு தாக்கங்கள் என்று கணக்கிடலாம். வலிப்பு தாக்கத்தின் கால அளவு நொடிகள் அல்லது நிமிடங்களில் (ஒரு முறைக்கு அல்லது ஒரு மாதத்திற்கு) கணக்கிடலாம். நோய் சார்ந்த வாழ்க்கை தரத்தின் அளவீடுகள், இடையீடுகளினால் வலிப்புத்தாக்கதைக் கட்டுப்படுத்துவதோடு வலிப்பு நோயுடையோரின் வாழ்க்கை தரத்தில் ஒட்டுமொத்த மேம்பாடு ஏற்பட்டுள்ளதா என்பதைக் கண்டறிய இயலுமா என்பதையும் தெரியப் படுத்தலாம்.

யோகாவை வலிப்பு நோயிற்கான முதன்மை சிகிச்சை முறையாக கொள்ள நம்பகமான முடிவுகள் எதுவும் தற்போது கண்டறியப்படவில்லை. மேலும், யோகாவினால் ஏற்படும் விளைவு பயன்களைக் கண்டறியும் வழி வகைகள் குறைவாகவும், தரம் தாழ்ந்தவையாகவும் உள்ளன. மற்ற வகையான மாற்று சிகிச்சை முறைகளைப் போன்றே யோகாவும் பல பாகங்களைக் கொண்ட சிகிச்சையாக கருதப்படுகின்றது. தற்போது, வலிப்பு நோயைக் கட்டுப்படுத்தும் மருந்துகளுடன் கூடுதலாக அளிக்கப்படும் சிகிச்சையாக மட்டுமே யோகா இருக்க முடியும்.வலிப்பு நோயிற்கான முதன்மை சிகிச்சை முறையாக யோகாவைப் பயன்படுத்த இயலாது. இறுதியாக, யோகாவை பயன் படுத்துவதற்கான நம்பகமான சான்றுகள் ஏதும் இல்லை. மேலும், பல ஆய்வுகள் தேவை படுகின்றன

மொழிபெயர்ப்பு குறிப்புகள்

மொழிபெயர்ப்பு: மோகனகிருஷ்ணன் ஜெகதேவன், பானுமதி மோகனகிருஷ்ணன், சலஜா . இரா, ஜெபராஜ் பிளட்சர். அ. ச மற்றும் சி.இ.பி.என்.அர் குழு.

Laički sažetak

Joga za epilepsiju

Ovaj Cochrane sustavni pregled procjenjuje korisnost joge kao terapije za kontrolu epilepsije.

Epilepsija je poremećaj u kojem se javljaju ponavljani napadaji (konvulzije), uzrokovani abnormalnim električnim pražnjenjem u mozgu. Većina konvulzija može se kontrolirati antiepileptičkim lijekovima, ali ponekad se razviju napadaji koji su otporni na te lijekove. Bolesnici također mogu biti voljni probati terapije koje ne uključuju lijekove, poput joge. Između 25% i 40% ljudi s epilepsijom liječenih antiepileptičnim lijekovima (AED) imaju nekontrolirane napadaje, nuspojave lijekova, pate od stigmatizacije i imaju viši stupanj psihijatrijskih poremećaja u usporedbi s bolesnicima koji pate od drugih kroničnih bolesti. Za one koji imaju epilepsiju i povezane probleme, važno je razviti, procijeniti, i provoditi komplementarni model liječenja u svakodnevnom liječenju epilepsije.

Joga, sastavni dio indijske kulture i baštine, navodno osigurava dobro zdravlje - tjelesno, duševno i spiritualno - onima koji je prakticiraju. Postoje razne vrste joge koje uključuju vježbe držanja (asane), kontrolu daha (pranayama) i meditaciju. U jednoj studiji je vježbanje Sahaja joge, jednostavnog oblika meditacije, smanjilo napadaje i EEG promjene kod ljudi s epilepsijom. Učinku meditacije pripisuje se smanjenje razine stresa, što pokazuju promjene u otpornosti kože i razini laktata u krvi i mokraćne vanilmandelične kiseline.

U Cochrane ovaj pregled uključena su dva ne-slijepa kontrolirana randomizirana istraživanja u kojima je sudjelovalo ukupno 50 ispitanika (odraslih) s epilepsijom otpornom na lijekove i koje su uspoređivale bilo koji tip klasične joge s kontrolnom skupinom ispitanika kojima nije propisana nikakva intervencija ili su primali intervenciju kao što su vježbe koje oponašaju jogu ili terapija prihvaćanja (engl. Acceptance and Commitment Therapy). Svi ispitanici u isto su vrijeme nastavili piti lijekove antiepileptike.

Analizirani su sljedeći pokazatelji: postotak ljudi bez napadaja; učestalost napadaja i trajanje; i kvaliteta života. Rezultati u cjelokupnoj analizi učinkovitosti pokazuju da je joga kao terapija bolja nego nikakva intervencija ili intervencija koja nije bila joga, ali ne mogu se izvući pouzdani zaključci o djelotvornosti joge kao terapije za nekontroliranu epilepsiju. Skupina koja se bavila jogom pokazala je značajno poboljšanje u kvaliteti života prema ljestvici zadovoljstva životom.

Ako nije poznato koju terapiju ispitanik prima, onda će onaj koji procjenjuje rezultate biti objektivniji. Stoga je važno da se u takvim pokusima napravi tzv. zasljepljivanje ispitanika i onih koji analiziraju rezultate. Zasljepljivanje liječnika se može postići tako da rezultate procjenjuje liječnik koji ne sudjeluje u istraživanju. Zasljepljivanje sudionika možda nije moguće, jer je lako razlučiti da li netko sudjeluje u jogi ili ne. Bilo bi idealno da rezultate o napadajima bilježi zasljepljeni promatrač. Podatci o učestalosti napadaja po mogućnosti se izraziti kao udio osoba bez napadaja ili udio s više od 50% smanjenja učestalosti napadaja, budući su srednje vrijednosti učestalosti napadaja često iskrivljene i teške za analizu. Trajanje napadaja može se mjeriti u sekundama ili minutama (po epizodi ili mjesečno). Potvrđivanje mjera kvalitete života (za specifičnu bolest) može ukazivati da li postoji sveukupno poboljšanje kvalitete života kao rezultata intervencije, pored kontrole napadaja.

Nema pouzdanih zaključaka koji se mogu izvući u ovom trenutku s obzirom na djelotvornost joge kao terapije za epilepsiju. Dokazi su ograničeni i niske kvalitete. Joga se može smatrati složenom intervencijom, sličnom drugim oblicima komplementarnih i alternativnih terapija. Joga može biti samo dodatak uz antiepileptične lijekove, a u ovom trenutku ne može se koristiti kao jedina metoda intervencije. Konačno, nema pouzdanih dokaza koji podržavaju prakticiranje joge te su potrebna daljnja istraživanja.

Bilješke prijevoda

Hrvatski Cochrane
Prevela: Ana Vidović Roguljić
Ovaj sažetak preveden je u okviru volonterskog projekta prevođenja Cochrane sažetaka. Uključite se u projekt i pomozite nam u prevođenju brojnih preostalih Cochrane sažetaka koji su još uvijek dostupni samo na engleskom jeziku. Kontakt: cochrane_croatia@mefst.hr

Resumo para leigos

Ioga para epilepsia

Esta revisão avaliou a utilidade da ioga como um tratamento para o controle da epilepsia.

A epilepsia é um problema no qual convulsões recorrentes são causadas por descargas elétricas anormais no cérebro. Na maioria das pessoas acometidas, as convulsões podem ser controladas por drogas antiepiléticas. Porém existem casos de pessoas com convulsões resistentes a essas drogas. As pessoas com epilepsia também podem querer tentar tratamentos não farmacológicos, tais como a ioga. Entre 25 e 40% das pessoas com epilepsias tratadas com drogas antiepiléticas têm convulsões não controladas, experimentam efeitos adversos da medicação, sofrem preconceito na sociedade e têm maior probabilidade de ter problemas psiquiátricos do que pessoas com outras doenças crônicas. Para indivíduos com epilepsia e problemas relacionados, é importante desenvolver, avaliar e colocar em prática um modelo de tratamento complementar no tratamento diário da epilepsia.

Acredita-se que a ioga, uma parte integral da cultura e herança da Índia, traz boa saúde – física, mental e espiritual – para o praticante. Há vários tipos de ioga envolvendo exercícios posturais (asanas), controle da respiração (pranayama) e meditação. Em um estudo, a prática da ioga Sahaja, uma forma simples de meditação, reduziu convulsões e alterações no eletroencefalograma em pessoas com epilepsia. O efeito da meditação foi atribuído à redução no nível de estresse evidenciado por mudanças na resistência da pele e em níveis de lactato sanguíneo e ácido vanilmandélico urinário.

Nesta revisão, nós incluímos dois ensaios clínicos randomizados (ECRs) não cegos, que recrutaram um total de 50 participantes (adultos) com epilepsia refratária. Esses estudos compararam, qualquer tipo de ioga indiana clássica versus nenhuma intervenção ou intervenções tais como exercícios que imitavam a ioga ou a terapia de aceitação e comprometimento. As drogas antiepiléticas foram continuadas em todos participantes.

Os desfechos avaliados foram: porcentagem de pessoas que ficaram livres de convulsões, frequência e duração de convulsões e qualidade de vida. Os resultados da eficácia geral mostram que o tratamento com ioga foi melhor quando comparado com nenhuma intervenção ou outras intervenções. Porém, não é possível se chegar a nenhuma conclusão confiável em relação à eficácia da ioga como um tratamento para a epilepsia não controlada. O grupo tratado com ioga teve uma melhora significante na sua qualidade de vida, avaliada com uma escala de satisfação da vida.

O mascaramento pode reduzir o viés do observador. O mascaramento do médico pode ser conseguido quando os desfechos são avaliados por um médico que não está envolvido no estudo. O mascaramento do participante pode não ser possível, já que seria fácil o participante saber se a intervenção recebida é ioga ou não. Seria ideal se os registros de convulsões fossem feitos por um observador cego. Como os valores médios de frequência de convulsões são muitas vezes enviesados e difíceis de analisar, os desfechos que avaliam a frequência das convulsões deveriam preferencialmente ser expressos como a proporção de indivíduos sem convulsões ou a proporção de pessoas com redução maior que 50% na frequência de convulsões. A duração de convulsões pode ser medida em segundos ou minutos (por episódio ou por mês). Escalas validadas de qualidade de vida (específicas para epilepsia) podem indicar se há melhora geral na qualidade de vida como resultado da intervenção, além do controle das convulsões.

No momento, não é possível se chegar a nenhuma conclusão confiável em relação à eficácia da ioga como um tratamento para a epilepsia. Além disso, a evidência relativa aos desfechos é limitada e de baixa qualidade. A ioga pode ser considerada como uma intervenção complexa, similar a outras formas de terapia complementar e alternativa. Atualmente, a ioga pode ser apenas um adicional às drogas antiepiléticas (AEDs) e não pode ser usada como o único método de tratamento. Finalmente, nenhuma evidência confiável foi encontrada para apoiar o uso da ioga e mais estudos são necessários.

Notas de tradução

Tradução do Centro Cochrane do Brasil (Julia Vajda de Albuquerque).

Ringkasan bahasa mudah

Yoga untuk epilepsi

Ulasan ini menilai kegunaan yoga sebagai rawatan untuk mengawal epilepsi.

Epilepsi adalah satu gangguan dimana sawan yang berulang disebabkan discaj elektrik yang tidak normal berlaku di dalam otak. Kebanyakan sawan boleh dikawal dengan ubat anti-epileptik tetapi kadang tidak mempunyai kesan keatas sawan yang terjadi. Pesakit mungkin ingin mencuba rawatan-rawatan tanpa ubat seperti yoga. Diantara 25% dan 40% pesakit sawan yang dirawat dengan AED mempunyai sawan yang tidak terkawal, mengalami kesan buruk sampingan ubat, merana kerana kesan stigma dan mempunyai gangguan psikaitri pada tahap yang lebih tinggi berbanding dengan pesakit-pesakit penyakit kronik yang lain. Bagi mereka yang mengidap epilepsi dan masalah-masalah yang berkaitan, adalah penting untuk mewujudkan, menilai, dan melaksanakan satu model rawatan sampingan / komplementari di dalam rawatan harian bagi sawan.

Yoga, yang merupakan sebahagian penting dalam budaya dan warisan India, dikatakan dapat memberikan kesihatan yang sihat - fizikal, mental dan rohani - ke atas pengamalnya. Terdapat pelbagai jenis yoga yang melibatkan senaman-senaman postur / 'postural' ('asanas'), kawalan pernafasan ('pranayama') dan meditasi. Satu kajian yang melibatkan pengamalan yoga Sahaja, iaitu sejenis meditasi, mengurangan sawan dan perubahan EEG dalam kalangan pesakit sawan. Kesan meditasi disebabkan oleh pengurangan dalam tahap stres / tekanan sebagaimana dibuktikan oleh perubahan dalam rintangan kulit dan tahap lactate dalam darah dan asid vanillylmandelic urin.

Dalam ulasan ini, kami telah melibatkan dua ujikaji terkawal secara rawak dan terbuka ( 'unblinded') yang merangkumi 50 peserta (dewasa) epilepsi refraktori dan membandingkan mana-mana jenis yoga India yang klasik kepada kumpulan kawalan yang tidak menerima intervensi atau intervensi berbentuk senaman seperti yoga atau Terapi Penerimaan dan Komitmen. Semua peserta meneruskan pengambilan ubat antiepileptik.

Hasil yang dinilai adalah : peratus pesakit yang didapati bebas sawan; kekerapan dan jangkamasa sawan; dan kualiti kehidupan. Analisa keputusan keseluruhan keberkesanan menunjukkan rawatan yoga adalah lebih baik berbanding dengan tanpa intervensi atau intervensi selain yoga, tetapi tiada kesimpulan yakin yang dapat dicapai berkaitan keberkesanan yoga sebagai rawatan bagi sawan yang tidak terkawal. Kumpulan yoga menunjukkan peningkatan ketara dalam kualiti kehidupan mengikut Skala Kepuasan Dengan Kehidupan.

Pembutaan / 'Blinding' mungkin mengurangkan 'bias' (kecenderungan / berat sebelah) pemerhati. Pembutaan / 'Blinding' doktor pengamal boleh dicapai jika hasil / penemuan terhasil dinilai oleh doktor pengamal yang tidak terlibat dalam ujikaji. Pembutaan / 'blinding' peserta tidak mungkin dapat dilakukan, kerana adalah mudah untuk menentukan samada intervensi yang diberikan ialah yoga ataupun bukan. Adalah 'ideal' jika rekod-rekod sawan diuruskan oleh pemerhati 'blinded' / yang tidak tahu. Hasil kekerapan sawan sebaik-baiknya diekspresikan sebagai bilangan kadar individu yang bebas dari sawan atau kadar bilangan yang mempunyai lebih dari 50% pengurangan dalam kekerapan sawan, memandangkan nilai purata kekerapan sawan adalah kerap-kali 'skewed' / condong sebelah dan sukar untuk dianalisa. Jangka masa sawan boleh diukur dalam saat atau minit (setiap episod atau bulan). Petunjuk nilai (spesifik bagi penyakit) yang telah disahkan bagi kualiti hidup mungkin menunjukkan samada terdapat peningkatan secara keseluruhan dalam kualiti hidup sebagai hasil dari intervensi, disamping kawalan sawan.

Tiada kesimpulan yang boleh diyakini dapat dibuat pada waktu ini mengenai keberkesanan yoga sebagai rawatan untuk sawan. Juga, bukti untuk menentukan hasil adalah sangat terhad dan berkualiti rendah. Yoga boleh dikatakan sebagai satu intervensi yang kompleks, sama seperti rawatan komplementari yang lain dan rawatan alternatif. Pada masa ini, yoga hanya boleh menjadi tambahan kepada ubatan anti-sawan (AEDs) dan tidak boleh digunakan sebagai kaedah intervensi dengan sendirinya. Kesimpulannya, tiada bukti yang boleh diyakini dijumpai untuk menyokong kegunaan yoga dan ujikaji-ujikaji selanjutnya adalah diperlukan.

Catatan terjemahan

Diterjemahkan oleh Noor Salwah S Omar (Universiti Sains Malaysia). Disunting oleh Tuan Hairulnizam Tuan Kamauzaman (Universiti Sains Malaysia). Untuk sebarang pertanyaan berkaitan terjemahan ini sila hubungi salwah@usm.my.