Intervention Review

Ginkgo biloba for cognitive impairment and dementia

  1. Jacqueline Birks1,*,
  2. John Grimley Evans2

Editorial Group: Cochrane Dementia and Cognitive Improvement Group

Published Online: 21 JAN 2009

Assessed as up-to-date: 25 MAR 2008

DOI: 10.1002/14651858.CD003120.pub3


How to Cite

Birks J, Grimley Evans J. Ginkgo biloba for cognitive impairment and dementia. Cochrane Database of Systematic Reviews 2009, Issue 1. Art. No.: CD003120. DOI: 10.1002/14651858.CD003120.pub3.

Author Information

  1. 1

    University of Oxford, Centre for Statistics in Medicine, Oxford, UK

  2. 2

    University of Oxford, Division of Clinical Geratology, Nuffield Department of Clinical Medicine, Oxford, UK

*Jacqueline Birks, Centre for Statistics in Medicine, University of Oxford, Wolfson College, Linton Road, Oxford, OX2 6UD, UK. jacqueline.birks@csm.ox.ac.uk.

Publication History

  1. Publication Status: Edited (no change to conclusions)
  2. Published Online: 21 JAN 2009

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Abstract

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Background

Products of the maidenhair tree, Ginkgo biloba, have long been used in China as a traditional medicine for various disorders of health. A standardized extract is widely used in the West for the treatment of a range of conditions including memory and concentration problems, confusion, depression, anxiety, dizziness, tinnitus and headache. The mechanisms of action are thought to reflect the action of several components of the extract and include increasing blood supply by dilating blood vessels, reducing blood viscosity, modification of neurotransmitter systems, and reducing the density of oxygen free radicals.

Objectives

To assess the efficacy and safety of Ginkgo biloba for dementia or cognitive decline.

Search methods

The Specialized Register of the Cochrane Dementia and Cognitive Improvement Group (CDCIG), The Cochrane Library, MEDLINE, EMBASE, PsycINFO, CINAHL and LILACS were searched on 20 September 2007 using the terms: ginkgo*, tanakan, EGB-761, EGB761, "EGB 761" and gingko*. The CDCIG Specialized Register contains records from all major health care databases (The Cochrane Library, MEDLINE, EMBASE, PsycINFO, CINAHL, LILACS) as well as from many trials databases and grey literature sources.

Selection criteria

Randomized, double-blind studies, in which extracts of Ginkgo biloba at any strength and over any period were compared with placebo for their effects on people with acquired cognitive impairment, including dementia, of any degree of severity.

Data collection and analysis

Data were extracted from the published reports of the included studies, pooled where appropriate and the treatment effects or the risks and benefits estimated.

Main results

36 trials were included but most were small and of duration less than three months. Nine trials were of six months duration (2016 patients). These longer trials were the more recent trials and generally were of adequate size, and conducted to a reasonable standard. Most trials tested the same standardised preparation of Ginkgo biloba, EGb 761, at different doses, which are classified as high or low. The results from the more recent trials showed inconsistent results for cognition, activities of daily living, mood, depression and carer burden. Of the four most recent trials to report results three found no difference between Ginkgo biloba and placebo, and one reported very large treatment effects in favour of Ginkgo biloba.

There are no significant differences between Ginkgo biloba and placebo in the proportion of participants experiencing adverse events.

A subgroup analysis including only patients diagnosed with Alzhiemer's disease (925 patients from nine trials) also showed no consistent pattern of any benefit associated with Ginkgo biloba.

Authors' conclusions

Ginkgo biloba appears to be safe in use with no excess side effects compared with placebo. Many of the early trials used unsatisfactory methods, were small, and publication bias cannot be excluded. The evidence that Ginkgo biloba has predictable and clinically significant benefit for people with dementia or cognitive impairment is inconsistent and unreliable.

 

Plain language summary

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There is no convincing evidence that Ginkgo biloba is efficacious for dementia and cognitive impairment

Ginkgo biloba appears to be safe in use with no excess adverse effects compared with placebo. Many of the early trials used unsatisfactory methods, were small, and publication bias cannot be excluded. Overall, evidence that Ginkgo has predictable and clinically significant benefit for people with dementia or cognitive impairment is inconsistent and unreliable. Of the four most recent trials to report results, three found no difference between Ginkgo biloba and placebo, and one reported very large treatment effects in favour of Ginkgo biloba.

 

アブストラクト

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認知障害および認知症に対するイチョウ

背景

イチョウ(Ginkgo biloba)の葉のエキスは長い間、中国で様々な健康障害に対し漢方薬として用いられてきた。標準エキスは、記憶障害や注意障害、錯乱、うつ病、不安、めまい、耳鳴、頭痛などを治療に広く処方されている。作用機序にはエキスに含まれるいくつかの成分の作用が反映されていると考えられ、血管拡張による血液供給の増加、血液粘稠度の低下、神経伝達系の修飾および活性酸素濃度の低下がある。

目的

認知症および認知障害に対するイチョウの有効性と安全性を評価する。

検索戦略

下記の用語を用いてSpecialized Register of the Cochrane Dementia and Cognitive Improvement Group (CDCIG)、コクラン・ライブラリ、MEDLINE、EMBASE、PsycINFO、CINAHLおよびLILACSを2007年9月20日に検索した:ginkgo*(イチョウ)、tanakan、EGB-761、EGB761、“EGB 761”、“gingko*(イチョウ)。CDCIG Specialized Registerは主要なすべての保健医療データベース(コクラン・ライブラリ、MEDLINE、EMBASE、PsycINFO、CINAHL、LILACS)ならびに多数の試験データベースおよび灰色文献の情報源からの記録を含んでいる。

選択基準

認知症を含む様々な重症度の後天性認知障害のある人を対象に、諸々の期間で諸々の含量でイチョウエキスの効果をプラセボと比較していたランダム化二重盲検研究。

データ収集と分析

選択した研究の発表済みの報告からデータを抽出し、適切な場合は統合し、治療効果またはリスクおよび利益を評価した。

主な結果

36件の試験を選択したが、大部分は小規模であり、期間も3ヵ月未満であった。9件の試験の期間は6ヵ月であった(患者2016例)。これら比較的長期にわたる試験は、全般的に十分なサイズであり、妥当な基準に沿って実施されていた。大部分の試験は、種々の用量で同じイチョウの標準化製剤であるEGb 761を調べ、高用量または低用量に分類していた。ごく最近の試験結果は、認知、日常生活動作、気分、うつ病、介護者負担について結果に一貫性がなかった。結果を報告していた最新の試験4件のうち3件でイチョウとプラセボとの間で差を認めず、1件の試験でイチョウを有益とする非常に大きな治療効果があった。イチョウとプラセボとの間で、有害事象を有した参加者の比率に有意な差はない。アルツハイマー病と診断された患者のみを含めたサブグループ解析でも(9件の試験からの925例の患者)、イチョウに何らかの利益があるとする一貫性のあるパターンは何ら示されなかった。

著者の結論

イチョウはプラセボと比較して過量による副作用はなく、使用上安全であると考えられる。不十分な方法を用いた初期の試験の多くは小規模であり、出版バイアスを排除できない。イチョウが認知症または認知障害の人に対して予測可能な臨床的に意味を持つ利益があるとするエビデンスには一貫性がなく信頼できない。

訳注

監  訳: 大神 英一,2009.5.13

実施組織: 厚生労働省委託事業によりMindsが実施した。

ご注意 : この日本語訳は、臨床医、疫学研究者などによる翻訳のチェックを受けて公開していますが、訳語の間違いなどお気づきの点がございましたら、Minds事務局までご連絡ください。Mindsでは最新版の日本語訳を掲載するよう努めておりますが、編集作業に伴うタイム・ラグが生じている場合もあります。ご利用に際しては、最新版(英語版)の内容をご確認ください。

 

Resumo

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Ginkgo biloba para o prejuízo cognitivo e demência

Introdução

Produto da árvore avencas, o Ginkgo biloba tem sido utilizado há anos na China como um remédio tradicional para várias doenças na área da saúde. Um extrato padronizado é amplamente utilizado no ocidente para o tratamento de uma variedade de condições, incluindo memória e problemas de concentração, confusão, depressão, ansiedade, tontura, zumbido e dor de cabeça. Acredita-se que os mecanismos de ação são reflexos da ação de vários componentes do extrato e incluem o aumento da oferta de sangue por dilatação de vasos sanguíneos, redução da viscosidade do sangue, modificação de sistemas de neurotransmissores, e redução da densidade de radicais livres de oxigênio.

Objetivos

Avaliar a eficácia e segurança do Ginkgo biloba para a demência ou o declínio cognitivo.

Métodos de busca

As bases de dados the Specialized Register of the Cochrane Dementia and Cognitive Improvement Group (CDCIG), the Cochrane Library, MEDLINE, EMBASE, PsycINFO, CINAHL e LILACS foram pesquisadas em 20 de setembro de 2007, utilizando os termos: ginkgo *, Tanakan, EGB-761, EGb761 ", EGB 761" e gingko *. O CDCIG Specialized Register contém registros de todas as principais bases de dados de saúde (the Cochrane Library , MEDLINE, EMBASE, PsycINFO, CINAHL, LILACS), bem como de muitas bases de dados de ensaios clínicos e de outras fontes de literatura.

Critério de seleção

Ensaios clínicos randomizados duplo-cego que extraíram Ginkgo biloba em qualquer período e que foram comparados com placebo em relação a seus efeitos sobre indivíduos com comprometimento cognitivo adquirido, incluindo demência, em qualquer grau de severidade.

Coleta dos dados e análises

Os dados foram extraídos dos estudos incluídos e, agrupados quando apropriado, bem como estimado os efeitos do tratamento ou os riscos e benefícios.

Principais resultados

36 estudos foram incluídos, mas a maioria eram pequenos e de duração inferior a três meses. Nove ensaios clínicos apresentaram seis meses de duração (2.016 doentes). Estes ensaios clínicos mais longos foram os estudos mais recentes e no geral eram de tamanho adequado, e conduzidos em um padrão razoável. A maioria dos ensaios clínicos testaram a mesma preparação padronizada de Ginkgo biloba, EGb 761, em doses diferentes, que foram classificadas como alta ou baixa. Os resultados dos ensaios clínicos mais recentes mostraram resultados inconsistentes em relação a cognição, atividades da vida diária, humor e depressão. Dos quatro ensaios clínicos mais recentes, três não encontraram nenhuma diferença entre Ginkgo biloba e placebo, e um relatou grande efeitos do tratamento a favor do Ginkgo biloba.

Não há diferença significante entre Ginkgo biloba e placebo na proporção de participantes que apresentaram eventos adversos.

Uma análise de subgrupo, incluindo apenas pacientes diagnosticados com a doença de Alzhiemer (925 pacientes de nove ensaios clínicos) também não demonstrou um padrão consistente dos benefícios associado ao Ginkgo biloba.

Conclusão dos autores

Ginkgo biloba parece ser seguro sem efeitos colaterais excessivos em comparação com o placebo. Muitos dos mais recentes ensaios clínicos utilizaram métodos insatisfatórios, apresentaram pequena amostra, e o viés de publicação não foi excluído. As evidências de que o Ginkgo biloba tem benefício previsível e clinicamente significativo para as pessoas com demência ou comprometimento cognitivo é inconsistente e não confiável.

 

Resumo para leigos

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  7. 摘要

Não há evidências convincentes de que o Ginkgo biloba é eficaz para a demência e comprometimento cognitivo

Ginkgo biloba parece ser seguro sem efeitos adversos em excesso em comparação com o placebo. Muitos dos primeiros ensaios clínicos utilizaram métodos insatisfatórios, apresentaram pequena amostra, e o viés de publicação não pode ser excluído. Em geral, as evidências de que o Ginkgo biloba tem benefício previsível e é clinicamente significativo para indivíduos com demência ou comprometimento cognitivo são ainda inconsistentes e não confiáveis. Dos quatro estudos mais recentes, três não apresentaram nenhuma diferença entre Ginkgo biloba e placebo, e apenas um estudo reportou um efeito grande do tratamento a favor do Ginkgo biloba.

Notas de tradução

Traduzido por: Raíssa Pierri Carvalho, Unidade de Medicina Baseada em Evidências da Unesp, Brasil Contato: portuguese.ebm.unit@gmail.com

 

摘要

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背景

使用銀杏治療認知功能障礙跟失智症

銀杏樹上的果實,銀杏,長期在中國都被當作各種病痛的傳統療法。在西方,標準化的銀杏萃取物則被用來治療各種不同的疾病,包含記憶力跟集中力問題,混亂,憂鬱,焦慮,頭暈,耳嗚跟頭痛。銀杏的作用機轉被認為可能與萃取液的數種成分有關並且可以藉由擴張血管以增加血流供給,降低血液黏稠度,修正神經傳遞物質系統和減少氧化自由基。

目標

本研究的主要目的在於評估使用銀杏對於失智症和認知功能衰退的療效和安全性。

搜尋策略

在2007年9月20日使用The Specialized Register of the Cochrane Dementia and Cognitive Improvement Group (CDCIG)、Cochrane Library、MEDLINE、EMBASE、PsycINFO、CINAHL和 LILACS資料庫針對「ginkgo*, tanakan, EGB761, EGB761, "EGB 761" 和 gingko*」進行檢索, CDCIG資料庫包含所有主要健康照顧資料庫(The Cochrane Library, MEDLINE, EMBASE, PsycINFO, CINAHL, LILACS)、很多試驗資料庫和很多灰色文獻來源。

選擇標準

比較使用任何強度或是任何時期萃取的銀杏和安慰劑在所有嚴重程度的後天認知功能障礙病患包括失智症相關的隨機、雙盲試驗都納入本研究中。

資料收集與分析

從納入本研究的報告中擷取資料進行適度彙整,並評估治療效果、風險和效益。

主要結論

有36個試驗被納入,但大多是小型的和治療時間少於三個月。有9個持續了6個月的試驗 (2016位病患),這些較長期的試驗大部份都是最近的試驗且納錄足夠的病患以及執行合理化的標準。這些試驗都是使用相同標準化製備的銀杏萃取物(EGb 761),但依劑量不同可分成高與低劑量。最近試驗結果顯示在認知功能,日常生活活動性,情緒,憂鬱和照顧者負擔上的結果是不一致的。最近4個試驗中,有3個試驗認為銀杏和安慰劑無明顯差異,有1個試驗指出銀杏具有很好的治療效果。銀杏和安慰劑對受試者所引發的不良事件並沒有差異。有一個次分組試驗只收錄被診斷患有阿茲海默症患者(由個試驗納入的925名患者),其結果也顯示銀杏並無確切的療效。

作者結論

銀杏與安慰劑比較顯示,在使用上是安全的沒有副作用。很多早期試驗的方法都不夠嚴謹,包括試驗規模太小和不能排除出版偏差。關於過去認為銀杏對於失智症或認知功能障礙病患具有療效的證據是不一致的且不可靠的。

翻譯人

此翻譯計畫由臺灣國家衛生研究院(National Health Research Institutes, Taiwan)統籌。

總結

銀杏與安慰劑比較顯示,在使用上是安全的沒有副作用。很多早期試驗的方法都不夠嚴謹,包括試驗規模太小和不能排除出版偏差。綜合來說,關於過去認為銀杏對於失智症或認知功能障礙病患具有療效的證據是不一致的且不可靠的。最近4個試驗中,有3個試驗認為銀杏和安慰劑無明顯差異,有1個試驗指出銀杏具有很好的療效。