Interventions for vitiligo

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Authors


Abstract

Background

Vitiligo is a chronic skin disorder characterised by patchy loss of skin colour. Some people experience itching before the appearance of a new patch. It affects people of any age or ethnicity, more than half of whom develop it before the age of 20 years. There are two main types: generalised vitiligo, the common symmetrical form, and segmental, affecting only one side of the body. Around 1% of the world's population has vitiligo, a disease causing white patches on the skin. Several treatments are available. Some can restore pigment but none can cure the disease.

Objectives

To assess the effects of all therapeutic interventions used in the management of vitiligo.

Search methods

We updated our searches of the following databases to October 2013: the Cochrane Skin Group Specialised Register, CENTRAL in The Cochrane Library (2013, Issue 10), MEDLINE, Embase, AMED, PsycINFO, CINAHL and LILACS. We also searched five trials databases, and checked the reference lists of included studies for further references to relevant randomised controlled trials (RCTs).

Selection criteria

Randomised controlled trials (RCTs) assessing the effects of treatments for vitiligo.

Data collection and analysis

At least two review authors independently assessed study eligibility and methodological quality, and extracted data.

Main results

This update of the 2010 review includes 96 studies, 57 from the previous update and 39 new studies, totalling 4512 participants. Most of the studies, covering a wide range of interventions, had fewer than 50 participants. All of the studies assessed repigmentation, however only five reported on all of our three primary outcomes which were quality of life, > 75% repigmentation and adverse effects. Of our secondary outcomes, six studies measured cessation of spread but none assessed long-term permanence of repigmentation resulting from treatment at two years follow-up.

Most of the studies assessed combination therapies which generally reported better results. New interventions include seven new surgical interventions.

We analysed the data from 25 studies which assessed our primary outcomes. We used the effect measures risk ratio (RR), and odds ratio (OR) with their 95% confidence intervals (CI) and where N is the number of participants in the study.

We were only able to analyse one of nine studies assessing quality of life and this showed no statistically significant improvement between the comparators.

Nine analyses from eight studies reported >75% repigmentation. In the following studies the repigmentation was better in the combination therapy group: calcipotriol plus PUVA (psoralen with UVA light) versus PUVA (paired OR 4.25, 95% CI 1.43 to 12.64, one study, N = 27); hydrocortisone-17-butyrate plus excimer laser versus excimer laser alone (RR 2.57, 95% CI 1.20 to 5.50, one study, N = 84); oral minipulse of prednisolone (OMP) plus NB-UVB (narrowband UVB) versus OMP alone (RR 7.41, 95% CI 1.03 to 53.26, one study, N = 47); azathioprine with PUVA versus PUVA alone (RR 17.77, 95% CI 1.08 to 291.82, one study, N = 58) and 8-Methoxypsoralen (8-MOP ) plus sunlight versus psoralen (RR 2.50, 95% CI 1.06 to 5.91, one study, N = 168). In these three studies ginkgo biloba was better than placebo (RR 4.40, 95% CI 1.08 to 17.95, one study, N = 47); clobetasol propionate was better than PUVAsol (PUVA with sunlight) (RR 4.70, 95% CI 1.14 to 19.39, one study, N = 45); split skin grafts with PUVAsol was better than minipunch grafts with PUVAsol (RR 1.89, 95% CI 1.25 to 2.85, one study, N = 64).

We performed one meta-analysis of three studies, in which we found a non-significant 60% increase in the proportion of participants achieving >75% repigmentation in favour of NB-UVB compared to PUVA (RR 1.60, 95% CI 0.74 to 3.45; I² = 0%).

Studies assessing topical preparations, in particular topical corticosteroids, reported most adverse effects. However, in combination studies it was difficult to ascertain which treatment caused these effects. We performed two analyses from a pooled analysis of three studies on adverse effects. Where NB-UVB was compared to PUVA, the NB-UVB group reported less observations of nausea in three studies (RR 0.13, 95% CI 0.02 to 0.69; I² = 0% three studies, N = 156) and erythema in two studies (RR 0.73, 95% CI 0.55 to 0.98; I² = 0%, two studies, N = 106), but not itching in two studies (RR 0.57, 95% CI 0.20 to 1.60; I² = 0%, two studies, N = 106).

Very few studies only assessed children or included segmental vitiligo. We found one study of psychological interventions but we could not include the outcomes in our statistical analyses. We found no studies evaluating micropigmentation, depigmentation, or cosmetic camouflage.

Authors' conclusions

This review has found some evidence from individual studies to support existing therapies for vitiligo, but the usefulness of the findings is limited by the different designs and outcome measurements and lack of quality of life measures. There is a need for follow-up studies to assess permanence of repigmentation as well as high-quality randomised trials using standardised measures and which also address quality of life.

Resumo

Intervenções para vitiligo

Introdução

O vitiligo é uma doença crônica da pele caracterizada por manchas de despigmentadas. Algumas pessoas sentem prurido antes do aparecimento de um nova mancha. A doença afeta pessoas de qualquer idade ou etnia. Mais de metade dos pacientes desenvolvem vitiligo antes dos 20 anos de idade. Existem dois tipos principais: o vitiligo generalizado (a forma comum e simétrica) e o vitiligo segmentar, que afeta apenas um lado do corpo. Cerca de 1% da população do mundo tem vitiligo, uma doença que causa manchas brancas na pele. Várias intervenções estão disponíveis. Alguns tratamentos podem restaurar a pigmentação, mas nenhum pode curar a doença.

Objetivos

Avaliar os efeitos de todas as intervenções terapêuticas utilizadas no tratamento do vitiligo.

Métodos de busca

Nós atualizamos nossas buscas nas seguintes bases de dados até outubro de 2013: Cochrane Skin Group Specialised Register, CENTRAL em The Cochrane Library (2013, Issue 10), MEDLINE, Embase, AMED, PsycINFO, CINAHL e LILACS. Nós também pesquisamos cinco bases de dados de ensaios clínicos e avaliamos as listas de referências dos estudos incluídos para identificar mais ensaios clínicos randomizados relevantes.

Critério de seleção

Ensaios clínicos randomizados controlados avaliando os efeitos dos tratamentos de vitiligo.

Coleta dos dados e análises

Pelo menos dois autores avaliaram independentemente a elegibilidade e a qualidade metodológica dos estudos, e extraíram os dados.

Principais resultados

Esta atualização da revisão de 2010 inclui 96 estudos com um total de 4.512 participantes: 57 estudos da versão anterior e 39 novos estudos. A maioria dos estudos, cobrindo uma ampla variedade de intervenções, tinha menos de 50 participantes. Todos os estudos avaliaram a repigmentação. Porém, apenas cinco estudos reportaram todos nossos três desfechos primários de interesse que eram qualidade de vida, > 75% de repigmentação e efeitos adversos. Quanto aos nossos desfechos secundários, seis estudos mediram a cessação de propagação das manchas mas nenhum estudo avaliou a persistência de repigmentação a longo prazo, com dois anos de seguimento.

A maioria dos estudos avaliou combinações de tratamentos que geralmente reportaram melhores resultados. Novas intervenções incluem sete novas intervenções cirúrgicas.

Analisamos ​​os dados de 25 estudos que avaliaram nossos desfechos primários. Para medir o efeito das intervenções, usamos o risco relativo (RR) e a razão de chances (OR) com seus intervalos de confiança de 95%; o N é o número de participantes no estudo.

Foi possivel analisar apenas um dos nove estudos que avaliaram a qualidade de vida. Este estudo não identificou diferença estatisticamente significativa entre os grupos de comparação.

Nove análises de oito estudos reportaram o desfecho > 75% de repigmentação. Nos seguintes estudos, a repigmentação foi melhor no grupo da terapia combinada: calcipotriol mais PUVA (psoraleno com luz UVA) versus PUVA (OR pareada 4,25, 95% CI 1,43-12,64, um estudo, N = 27); 17-butirato de hidrocortisona com excimer laser versus apenas excimer laser (RR 2,57, 95% CI 1,20- 5,50, um estudo, N = 84); minipulso oral de prednisolona (OMP) mais NB-UVB (UVB de banda estreita) versus apenas OMP (RR 7,41, IC 95% 1,03-53,26, um estudo, N = 47); azatioprina com PUVA versus apenas PUVA (RR 17,77, 95% CI 1,08 - 291,82, um estudo, N = 58) e 8-metoxipsoraleno (8-MOP) com luz solar versus psoraleno (RR 2,50, 95% CI 1,06 5,91, um estudo , N = 168). Nesses três estudos, o ginkgo biloba foi melhor do que o placebo (RR 4,40, IC 95% 1,08 - 17,95, um estudo, N = 47); propionato de clobetasol foi melhor do que PUVAsol (PUVA com luz solar; RR 4,70, IC 95% 1,14 - 19,39, um estudo, n = 45); enxerto de pele parcial com PUVAsol foi melhor do que os enxertos minipunch com PUVAsol (RR 1,89, 95% CI 1,25 - 2,85, um estudo, N = 64).

Foi realizada uma meta-análise de três estudos; encontramos um aumento não significativo de 60% na proporção de participantes que alcançaram > 75% de repigmentação em favor de NB-UVB em comparação com PUVA (RR 1,60, IC 95% 0,74 a 3,45; I² = 0%).

Os estudos que avaliaram as preparações tópicas, em particular os corticosteroides tópicos, relataram a maioria dos efeitos adversos. No entanto, nos estudos com tratamentos combinados, foi difícil determinar qual foi o tratamento responsável por esses efeitos. Realizamos duas análises a partir da análise conjunta de três estudos sobre efeitos adversos. Quando NB-UVB foi comparado com PUVA, o grupo NB-UVB teve menos relatos de náuseas em três estudos (RR 0,13, IC 95% 0,02 a 0,69; I² = 0% três estudos, N = 156) e de eritema em dois estudos (RR 0,73, IC de 95% 0,55 - 0,98; I² = 0%, dois estudos, n = 106), mas não de prurido em dois estudos (RR 0,57, IC de 95% 0,20 - 1,60; I² = 0%, dois estudos, N = 106).

Muito poucos estudos avaliaram apenas crianças ou incluíram vitiligo segmentar. Encontramos um estudo com intervenções psicológicas, mas não foi possível incluir seus desfechos nas nossas análises estatísticas. Não encontramos nenhum estudo sobre micropigmentação, despigmentação ou camuflagem cosmética.

Conclusão dos autores

Esta revisão encontrou alguma evidência de estudos individuais para apoiar as terapias existentes para o vitiligo. Porém, a utilidade dos achados é limitada devido à diferenças nos desenhos dos estudos e nas medidas dos desfechos e à falta de medidas de qualidade de vida. Há necessidade de estudos de seguimento para avaliar a permanência da repigmentação e de ensaios clínicos randomizados de alta qualidade usando medidas padronizadas para os desfechos, que também devem incluir a qualidade de vida.

Notas de tradução

Tradução do Centro Cochrane do Brasil (Devang Akotia). Contato: tradutores@centrocochranedobrasil.org.br

Plain language summary

Treatments for vitiligo

Background

Vitiligo is a chronic skin disorder characterised by patchy loss of skin colour. Some people experience itching before the appearance of a new patch. It affects people of any age or ethnicity, more than half of whom develop it before the age of 20 years. There are two main types: generalised vitiligo, the common symmetrical form, and segmental, affecting only one side of the body. Recent genetic research suggests that generalised vitiligo is, at least in part, an autoimmune condition which destroys melanocytes (pigment cells). Although our understanding of vitiligo has increased, its causes are still poorly understood. Several treatments are available. Some can restore pigment but none can cure it or prevent its spread or recurrence. Vitiligo patches can have a major psychosocial impact, especially for people with dark or tanned skin or when the face or hands are affected. People with vitiligo can be stigmatised, often experiencing low self-esteem and a lack of self-confidence. Children with vitiligo may be teased and bullied at school. Despite this, we found only one study assessing psychological therapy for vitiligo.

Review question

What treatments work best to help manage vitiligo?

Study characteristics

In this update search we found 39 new randomised controlled trials which, added to the 57 studies included previously, makes a total of 96 studies with 4512 participants.

Key results

Twenty-one (21/39, 54%) of the new studies assessed new treatments, most of which involved the use of light. Narrowband UVB (NB-UVB) light was used in 35/96 (36% of all included studies), either alone or in combination with other therapies and achieved the best results. There were 18 surgical studies and 31 studies compared active treatment versus placebo.

Half of the studies lasted longer than six months. Most of them 69/96 (72%) had fewer than 50 participants. Only seven studies assessed children and one study only recruited men.

The majority of studies (53/96, 55%), most of which were of combination treatments with light, assessed more than 75% repigmentation. Eight studies reported a statistically significant result for this outcome, including the following four results: topical corticosteroids were better than PUVAsol (psoralen with sunlight), hydrocortisone plus laser light was better than laser light alone, ginkgo biloba was better than placebo and oral minipulse of prednisolone (OMP) plus NB-UVB was better than OMP alone. None of the studies reported the long-term benefit of the treatment i.e. two years' sustained repigmentation. The maximum follow-up time, reported in only one study, was one year post-treatment.

Only 9/96 (9%) reported the quality of life of participants, but the majority of all studies (65/96, 68%) reported adverse effects, mainly for topical treatments, some of which caused itching, redness, skin thinning, telangiectasia and atrophy. Neither mometasone furoate nor hydrocortisone produced adverse effects. Some NB-UVB studies reported phototoxic reaction and Koebnerisation whereas some PUVA (psoralen with artificial light UVA as a light source) studies caused dizziness and nausea.

Six studies reported cessation of spread of vitiligo, one of which showed that ginkgo biloba was more than twice as likely to stop vitiligo spreading than placebo.

This review has highlighted the recent surge in vitiligo research providing insights into its causes. The majority of the studies reporting successful repigmentation were combinations of various interventions with light, indicating this is an effective, though not necessarily permanent, treatment for generalised vitiligo.

In view of the fact that vitiligo has no cure, providing ways of coping with it could be of benefit to patients and should be part of standard care. Better designed studies, consensus on how to measure treatment success, more studies involving children and studies assessing psychological interventions, are needed.

Quality of the evidence

Since the last update (2010), the design and reporting of vitiligo trials have not greatly improved. Only five studies met the criteria for a well-designed trial. Poor design, the number and complexity of the treatments and the fact that many of the studies assessed individual vitiligo patches in the same participant, made comparison of the studies difficult. Consequently, we could only perform one meta-analysis of three studies comparing NB-UVB with PUVA which showed that NB-UVB has fewer side effects and is marginally better than PUVA.

Laički sažetak

Terapije za vitiligo

Dosadašnje spoznaje

Vitiligo (telećak) je kronični poremećaj kože koji je obilježen gubitkom boje na oštro ograničenim područjima kože. Neki ljudi osjete svrbež prije nego što se pojavi novo takvo područje. Javlja se u ljudi bilo koje dobi ili etničke pripadnosti, a kod više od polovice se razvije prije dvadesete godine života. Postoje dva glavna tipa: generalizirani vitiligo, uobičajenog simetričnog oblika, te segmentalni, koji zahvaća samo jednu stranu tijela. Nedavna genetička istraživanja sugeriraju da je generalizirani vitiligo, barem djelomično, autoimuno stanje koje uništava melanocite (pigmentne stanice). Iako se poboljšalo naše razumijevanje vitiliga, uzroci se i dalje slabo razumiju. Postoji nekoliko oblika liječenja. Neka mogu vratiti pigment, ali nijedno ga ne može izliječiti ili spriječiti njegovo širenje i ponovno javljanje. Oštro ograničena područja kože kod vitiliga mogu imati veliki psihosocijalni učinak, posebno u ljudi s tamnom ili potamnjelom kožom, te kada su zahvaćeni lice ili ruke. Ljudi s vitiligom mogu biti stigmatizirani, često imati nisko samopoštovanje, te nedostatak samopuzdanja. Djeca s vitiligom mogu biti zadirkivana i maltretirana u školi. Unatoč tome, pronađena je samo jedna studija koja je procjenjivala psihološku terapiju za vitiligo.

Istraživačko pitanje

Kakve terapije najbolje djeluju i pomažu pri liječenju vitiliga?

Značajke istraživanja

U ovom ažuriranom Cochrane sustavnom pretraživanju pronađeno je 39 novih randomiziranih kliničkih ispitivanja koja, dodana na 57 prvotno uključenih studija, daju ukupno 96 uključenih studija sa 4512 sudionika.

Ključni rezultati

Dvadeset i jedna (21/39, 54%) od novih studija su procjenjivale nove terapije, a većina ih je uključivala korištenje svjetla u liječenju (fototerapiju). Uskospektralna UVB fototerapija (engl. narrow band, NB-UVB) je korištena u 35/96 (36% od svih uključenih studija), sama ili u kombinaciji s drugim terapijama i postigla je najbolje rezultate. Bilo je 18 kirurških studija, i 31 studija koja je uspoređivala aktivno liječenje s placebom.

Polovina studija su trajale dulje od šest mjeseci. Većina studija, 69/96 (72%) su imale manje od 50 sudionika. Samo sedam studija su procjenjivale liječenje djece, a jedna studija je regrutirala samo muškarce.

Većina studija (53/96, 55%), od kojih je najviše bilo onih koje evaluirale liječenje kombinacijama s fototerapijom, su procijenile više od 75% ponovne pigmentacije. Osam studija su pronašle statistički značajan rezultat za ovaj ishod, uključujući ova četiri rezultata: lokalni kortikosteroidi su bili bolji od PUVAsol-a (psoralen sa sunčevim svjetlom), hidrokoritizon plus lasersko svjetlo je bio bolji od samog lasera, ginkgo biloba je bio bolji od placeba, a oralni mini-puls prednizolona (OMP) plus NB-UVB je bio bolji od samog OMP-a. Nijedna od studija nije prikazala podatke o dugoročnoj koristi liječenja, odnosno dvije godine održane repigmentacije. Maksimalno vrijeme praćenja, objavljeno samo u jednoj studiji, je bilo jednu godinu nakon liječenja.

Samo 9/96 (9%) studija je prikazalo podatke o kvaliteti života ispitanika, ali većina svih studija (65/96, 68%) je prikazala podatke o nuspojavama, većinom kod lokalnih terapija, od kojih su neke uzrokovale svrbež, crvenilo, stanjivanje kože, teleangiektazije i atrofiju. Ni momentazon-furonat niti hidrokortizon nisu dovodili do nuspojava. Neke od NB-UVB studija su prikazale podatke o fototoksičnoj reakciji i Koebnerizaciji, dok su neke PUVA (psoralen sa umjetnim UVA zračenjem kao izvorom svjetla) studije uzrokovale vrtoglavicu i mučninu.

Šest studija je prikazalo podatke o prestanku širenja vitiliga, a jedna od njih je pokazala da je više od dvostruko vjerojatnije da će ginkgo biloba zaustaviti širenje vitiliga od placeba.

Ovaj sustavni pregled daje uvid u brojna nova istraživanja u području vitiliga, koja istražuju i uzroke te bolesti. Većina studija koje su prikazale podatke o uspješnoj ponovnoj pigmentaciji su bile kombinacije različitih intervencija sa svjetlom, ukazujući da je to učinkovita terapija za generalizirani vitiligo, iako ne nužno dugotrajna.

Imajući u vidu činjenicu da vitiligo nema lijeka, pružanje načina da se s njim nosi bi moglo biti od koristi za pacijente, te bi stoga trebalo biti dio standardne skrbi. U budućim istraživanjima potrebne su bolje osmišljene studije, suglasje o tome kako mjeriti uspjeh liječenja, više studija koje uključuju djecu, te studije koje procjenjuju psihološke intervencije.

Kvaliteta dokaza

Od zadnjeg ažuriranja (2010), ustroj studija i prikaz podataka u studijama o vitiligu se nisu puno popravili. Samo pet studija su zadovoljile kriterije dobro osmišljenog ispitivanja. Usporedbu ispitivanja otežava loš dizajn, broj i kompleksnost terapija, te činjenica da su mnoge studije procjenjivale individualna područja vitiliga kod istog ispitanika. Zbog toga smo mogli napraviti samo jednu meta-analizu tri studije koje su uspoređivale NB-UVB sa PUVA-om. Meta analiza je pokazala da je NB-UVB imala manje nuspojava, te bila marginalno bolja od PUVA-e.

Bilješke prijevoda

Hrvatski Cochrane
Prevela: Jelena Barbarić
Ovaj sažetak preveden je u okviru volonterskog projekta prevođenja Cochrane sažetaka. Uključite se u projekt i pomozite nam u prevođenju brojnih preostalih Cochrane sažetaka koji su još uvijek dostupni samo na engleskom jeziku. Kontakt: cochrane_croatia@mefst.hr

Laienverständliche Zusammenfassung

Behandlungsmöglichkeiten bei Vitiligo

Hintergrund

Vitiligo ist eine chronische Hauterkrankung, die sich durch einen fleckigen Verlust der Hautfarbe auszeichnet. Manche Betroffenen verspüren ein Jucken vor dem Entstehen eines neuen Flecks. Vitiligo betrifft Menschen jeden Alters und ethnischen Hintergrunds; bei über der Hälfte der Betroffenen tritt die Erkrankung jedoch vor dem Alter von 20 Jahren auf. Es werden zwei Haupttypen unterschieden: die generalisierte Vitiligo, die häufige, symmetrische Erscheinungsform, und die segmentale Vitiligo, die nur eine Körperseite betrifft. Jüngere genetische Forschungen haben gezeigt, dass die generalisierte Vitiligo zumindest teilweise eine Autoimmunerkrankung ist, die die Melanozyten (Pigmentzellen) zerstört. Zwar wissen wir heute mehr über Vitiligo, über die Ursachen ist jedoch immer noch wenig bekannt. Es gibt mehrere Behandlungsmöglichkeiten. Einige können das Pigment wiederherstellen, aber keine Behandlung kann Vitiligo heilen oder verhindern, dass sie sich ausbreitet oder wieder auftritt. Vitiligo-Flecken können Betroffene stark psychosozial beeinflussen, vor allem Menschen mit dunkler oder gebräunter Haut oder wenn Gesicht oder Hände betroffen sind. Menschen mit Vitiligo können stigmatisiert sein und zeigen oft ein geringes Selbstwertgefühl und fehlendes Selbstvertrauen. Kinder mit Vitiligo können in der Schule gehänselt und gemobbt werden. Trotzdem fanden wir nur eine Studie, die psychologische Therapien bei Vitiligo untersuchte.

Fragestellung

Mit welchen Behandlungen lässt sich Vitiligo am besten unter Kontrolle halten?

Studienmerkmale

Bei unserer Aktualisierungssuche fanden wir 39 neue randomisierte kontrollierte Studien, sodass wir zusammen mit den 57 bereits eingeschlossenen Studien insgesamt 96 Studien mit 4512 Teilnehmern begutachten konnten.

Hauptergebnisse

21 (21/39, 54 %) der neuen Studien bewerteten neue Behandlungen, die überwiegend die Behandlung durch Licht mit einbezogen. Schmalband-UVB-(NB-UVB-) Licht wurde in 35/96 (36 % aller eingeschlossenen Studien) entweder allein oder in Kombination mit anderen Therapien angewandt und führte zu den besten Ergebnissen. Es gab 18 chirurgische Studien und 31 Studien verglichen eine aktive Behandlung mit einem Placebo.

Die Hälfte der Studien dauerte länger als 6 Monate. Die meisten (69/96, 72 %) hatten weniger als 50 Teilnehmer. Nur 7 Studien befassten sich mit Kindern und eine Studie rekrutierte ausschließlich Männer.

Die Mehrheit der Studien (53/96, 55 %), bei denen es sich überwiegend um Kombinationstherapien mit Licht handelte, beurteilte eine Repigmentierung von über 75 %. Acht Studien berichteten von einem statistisch signifikanten Ergebnis für diesen Endpunkt, darunter auch die folgenden vier Ergebnisse: Topische Kortikosteroide wirken besser als PUVAsol (Psoralen mit Sonnenlicht), Hydrocortison plus Laserlicht wirkt besser als Laserlicht allein, Ginkgo biloba wirkt besser als ein Placebo und die orale Mini-Pulstherapie (OMP) mit Prednisolon plus NB-UVB wirkt besser als OMP allein. Keine der Studien berichtete über den langfristigen Nutzen der Behandlung, d. h. eine anhaltende Repigmentierung über zwei Jahre. Die maximale Nachbeobachtungszeit, die in nur einer Studie berichtet wurde, betrug ein Jahr nach Behandlungsende.

Nur 9/96 Studien (9 %) berichteten über die Lebensqualität der Teilnehmer, aber die Mehrheit aller Studien (65/96, 68 %) berichtete über unerwünschte Wirkungen, hauptsächlich bei topischen Behandlungen. Dazu gehörten Juckreiz, Rötungen, Dünnerwerden der Haut, Erweiterungen der oberflächlichen Blutgefäße (Teleangiektasien) und Gewebeschwund (Atrophie). Weder Mometasonfuroat noch Hydrocortison führte zu unerwünschten Wirkungen. Einige Studien zu NB-UVB berichteten von phototoxischen Reaktionen und Köbner-Phänomen und in einigen PUVA-Studien (Psoralen mit künstlichem UVA-Licht als Lichtquelle) kam es zu Schwindel und Übelkeit.

In sechs Studien breitete die Vitiligo sich nicht weiter aus, eine davon konnte zeigen, dass Ginkgo biloba mit mehr als doppelt so hoher Wahrscheinlichkeit die Ausbreitung der Vitiligo stoppte wie ein Placebo.

In diesem Review wird die jüngste Welle an Forschungsarbeiten zu Vitiligo in den Mittelpunkt gestellt, die Einblick in die Ursachen dieser Erkrankung geben. Im Großteil der Studien, die von einer erfolgreichen Repigmentierung berichten, kamen Kombinationen verschiedener Maßnahmen mit Licht zum Einsatz; dies deutet darauf hin, dass es sich hierbei um eine wirksame, wenn auch nicht unbedingt dauerhafte Behandlung für generalisierte Vitiligo handelt.

Angesichts der Tatsache, dass es kein Heilmittel für Vitiligo gibt, könnte das Aufzeigen von Möglichkeiten, mit der Erkrankung umzugehen, für die Patienten von Nutzen sein und sollte zur Standardversorgung gehören. Erforderlich sind weiterhin besser konzipierte Studien, ein Konsens darüber, wie der Behandlungserfolg zu messen ist, sowie mehr Studien mit Kindern und zu psychologischen Maßnahmen.

Qualität der Evidenz

Seit der letzten Aktualisierung (2010) haben sich Aufbau und Berichterstattung von Vitiligo-Studien nicht wesentlich verbessert. Nur 5 Studien erfüllten die Kriterien für eine gut konzipierte Studie. Ein unangemessener Studienaufbau, die Anzahl und Komplexität der Behandlungen und die Tatsache, dass viele der Studien einzelne Vitiligo-Flecken an ein und demselben Teilnehmer bewerteten, erschwerten den Vergleich der Studien. Folglich konnten wir nur eine Meta-Analyse von 3 Studien durchführen, in denen NB-UVB mit PUVA verglichen wurde und die zeigten, dass NB-UVB weniger Nebenwirkungen hat und marginal wirksamer ist als PUVA.

Anmerkungen zur Übersetzung

S. Schmidt-Wussow, freigegeben durch Cochrane Schweiz.

Resumo para leigos

Tratamentos para o vitiligo

Introdução

O vitiligo é uma doença crônica da pele caracterizada por manchas esbranquiçadas. Algumas pessoas sentem coceira antes do aparecimento de uma nova mancha. A doença afeta pessoas de qualquer idade ou etnia. Mais de metade dos casos surge antes dos 20 anos de idade. Existem dois tipos principais: o vitiligo generalizado (a forma simétrica e comum) e o vitiligo segmentar, que afeta apenas um lado do corpo. Pesquisa genética recente sugere que o vitiligo generalizado é, pelo menos em parte, uma condição auto-imune na qual ocorre a destruição dos melanócitos (células de pigmento). Embora a nossa compreensão do vitiligo tenha aumentado, as suas causas ainda são pouco compreendidas. Vários tratamentos estão disponíveis. Alguns podem restaurar a pigmentação da pele, mas nenhum pode curar a doença ou evitar a sua propagação ou recorrência. As manchas de vitiligo podem ter um impacto psicossocial significante, especialmente para as pessoas de pele escura ou bronzeada ou quando o rosto ou as mãos são afetados. As pessoas com vitiligo podem ser estigmatizadas, muitas vezes sofrendo de baixa autoestima e falta de autoconfiança. As crianças com vitiligo podem sofrer provocações ou bullying na escola. Apesar disso, foi encontrado apenas um estudo sobre terapia psicológica para vitiligo.

Pergunta da revisão

Quais são os tratamentos para vitiligo que funcionam melhor?

Características do estudo

Nesta atualização da revisão, encontramos 39 novos ensaios clínicos randomizados que, somadas aos 57 estudos incluídos anteriormente, perfazem um total de 96 estudos com 4.512 participantes.

Principais resultados

Vinte e um (21/39, 54%) dos novos estudos avaliaram novos tratamentos, a maioria dos quais envolvia o uso de luz. UVB de banda estreita (NB-UVB) foi utilizada em 35/96 (36% de todos os estudos incluídos), quer isoladamente ou em combinação com outras intervenções e obteve os melhores resultados. Esta revisão incluiu 18 estudos cirúrgicos e 31 estudos comparando um tratamento ativo versus um placebo (medicamento sem princípio ativo).

Metade dos estudos durou mais de seis meses. A maioria dos estudos, 69/96 (72%), tinha menos de 50 participantes. Apenas sete estudos avaliaram crianças e um estudo incluiu apenas homens.

A maioria dos ensaios clínicos (53/96, 55%) avaliou se o tratamento produzia >75% de repigmentação da pele; a maioria desses estudos era de tratamentos combinados com luz. Oito estudos relataram um resultado estatisticamente significativo para esse efeito, incluindo os quatro resultados seguintes: os corticosteroides tópicos foram mais eficazes do que o Puvasol (psoraleno com a luz solar), e a hidrocortisona com luz laser foi melhor do que somente o laser, o ginkgo biloba foi mais eficaz que o placebo, e o minipulso oral de prednisolona (OMP) com NB-UVB foi mais eficaz que somente o OMP. Nenhum dos estudos apresentou os benefícios a longo prazo do tratamento, isto é, a manutenção da pigmentação após dois anos do tratamento. O tempo máximo de seguimento, apresentado em apenas um estudo, foi de um ano após o tratamento.

Apenas 9/96 (9%) estudos relataram a qualidade de vida dos participantes. A maioria dos estudos (65/96, 68%) relatou efeitos adversos, principalmente dos tratamentos tópicos, alguns dos quais causaram prurido, vermelhidão, adelgaçamento da pele, telangiectasia (aparecimento de vasinhos) e atrofia. Nem o furoato de mometasona nem a hidrocortisona produziram efeitos adversos. Alguns estudos que avaliaram o NB-UVB relataram o surgimento de reações fototóxicas e o fenômeno de Koebner. Alguns estudos com PUVA (psoraleno com UVA como uma fonte de luz artificial) relataram casos de tonturas e náuseas.

Seis estudos avaliaram a cessação da propagação do vitiligo como um dos seus resultados. Um desses estudos relatou que o ginkgo biloba foi mais que duas vezes mais eficaz para evitar a propagação do vitiligo do que o placebo.

Esta revisão mostra que ocorreu um recente aumento nas pesquisas sobre o vitiligo, o que pode ajudar a encontrar pistas sobre as suas causas. Os estudos que relataram sucesso na repigmentação da pele, na maioria, usaram combinações de várias intervenções junto com luz. Isso indica que a combinação de intervenções com luz é um tratamento eficaz, embora não necessariamente permanente, para o vitiligo generalizado.

Uma vez que o vitiligo não tem cura, porporcionar formas de lidar com a doença pode trazer benefícios para os pacientes e deve fazer parte do tratamento rotineiro dessa doença. São necessários estudos melhor desenhados, consenso sobre como medir o sucesso do tratamento, mais estudos envolvendo crianças e estudos avaliando intervenções psicológicas para o vitiligo.

Qualidade da evidência

Desde a última atualização desta revisão (2010), o desenho e a descrição dos estudos sobre vitiligo não têm melhorado muito. Apenas cinco estudos preencheram os critérios para um estudo bem desenhado. A comparação entre os estudos foi difícil devido ao desenho inadequado, ao número e à complexidade de intervenções e ao fato de que muitos dos estudos avaliaram manchas de vitiligo individuais no mesmo participante. Por conseguinte, só pudemos fazer uma metanálise de três estudos que compararam NB-UVB versus PUVA. Essa metanálise mostrou que NB-UVB tem menos efeitos colaterais e é um pouquinho melhor do que PUVA.

Notas de tradução

Tradução do Centro Cochrane do Brasil (Devang Akotia). Contato: tradutores@centrocochranedobrasil.org.br

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