Collaboration between local health and local government agencies for health improvement

  • Review
  • Intervention




In many countries, national, regional and local inter- and intra-agency collaborations have been introduced to improve health outcomes. Evidence is needed on the effectiveness of locally developed partnerships which target changes in health outcomes and behaviours.


To evaluate the effects of interagency collaboration between local health and local government agencies on health outcomes in any population or age group.

Search methods

We searched the Cochrane Public Health Group Specialised Register, AMED, ASSIA, CENTRAL, CINAHL, DoPHER, EMBASE, ERIC, HMIC, IBSS, MEDLINE, MEDLINE In-Process, OpenGrey, PsycINFO, Rehabdata, Social Care Online, Social Services Abstracts, Sociological Abstracts, TRoPHI and Web of Science from 1966 through to January 2012. 'Snowballing' methods were used, including expert contact, citation tracking, website searching and reference list follow-up.

Selection criteria

Randomized controlled trials (RCTs), controlled clinical trials (CCTs), controlled before-and-after studies (CBAs) and interrupted time series (ITS) where the study reported individual health outcomes arising from interagency collaboration between health and local government agencies compared to standard care. Studies were selected independently in duplicate, with no restriction on population subgroup or disease.

Data collection and analysis

Two authors independently conducted data extraction and assessed risk of bias for each study.

Main results

Sixteen studies were identified (28,212 participants). Only two were considered to be at low risk of bias. Eleven studies contributed data to the meta-analyses but a narrative synthesis was undertaken for all 16 studies. Six studies examined mental health initiatives, of which one showed health benefit, four showed modest improvement in one or more of the outcomes measured but no clear overall health gain, and one showed no evidence of health gain. Four studies considered lifestyle improvements, of which one showed some limited short-term improvements, two failed to show health gains for the intervention population, and one showed more unhealthy lifestyle behaviours persisting in the intervention population. Three studies considered chronic disease management and all failed to demonstrate health gains. Three studies considered environmental improvements and adjustments, of which two showed some health improvements and one did not.

Meta-analysis of three studies exploring the effect of collaboration on mortality showed no effect (pooled relative risk of 1.04 in favour of control, 95% CI 0.92 to 1.17). Analysis of five studies (with high heterogeneity) looking at the effect of collaboration on mental health resulted in a standardised mean difference of -0.28, a small effect favouring the intervention (95% CI -0.51 to -0.06). From two studies, there was a statistically significant but clinically modest improvement in the global assessment of function symptoms score scale, with a pooled mean difference (on a scale of 1 to 100) of -2.63 favouring the intervention (95% CI -5.16 to -0.10).

For physical health (6 studies) and quality of life (4 studies) the results were not statistically significant, the standardised mean differences were -0.01 (95% CI -0.10 to 0.07) and -0.08 (95% CI -0.44 to 0.27), respectively.

Authors' conclusions

Collaboration between local health and local government is commonly considered best practice. However, the review did not identify any reliable evidence that interagency collaboration, compared to standard services, necessarily leads to health improvement. A few studies identified component benefits but these were not reflected in overall outcome scores and could have resulted from the use of significant additional resources. Although agencies appear enthusiastic about collaboration, difficulties in the primary studies and incomplete implementation of initiatives have prevented the development of a strong evidence base. If these weaknesses are addressed in future studies (for example by providing greater detail on the implementation of programmes; using more robust designs, integrated process evaluations to show how well the partners of the collaboration worked together, and measurement of health outcomes) it could provide a better understanding of what might work and why. It is possible that local collaborative partnerships delivering environmental Interventions may result in health gain but the evidence base for this is very limited.

Evaluations of interagency collaborative arrangements face many challenges. The results demonstrate that collaborative community partnerships can be established to deliver interventions but it is important to agree goals, methods of working, monitoring and evaluation before implementation to protect programme fidelity and increase the potential for effectiveness.








我們搜尋了考科藍公共衛生群組專業註冊、AMED、ASSIA、 CENTRAL、CINAHL、 DoPHER、EMBASE、ERIC、HMIC、IBSS、MEDLINE、MEDLINE In-Process、OpenGrey、PsycINFO、Rehabdata、Social Care Online、Social Services Abstracts、Sociological Abstracts、TRoPHI與Web of Science,由1966年到2012年1月。採用”滾雪球”法,包含專家接洽、引用追溯、網站搜尋與追蹤參考文獻清單。


隨機對照試驗(RCTs)、對照臨床試驗 (CCTs)、受控的事前事後研究(CBAs)與中斷性時間序列(ITS),與標準照護比較,其中,研究報告的個人健康成果係由醫療保健與當地政府機關間跨機構合作而產生之處。研究以重複、在人口子群組或疾病上無限制的方式,獨立地被挑選。





三個研究的統合分析探究合作在死亡率上的效果,顯示出沒有影響(集合相對風險為1.04,支持控制組,95% CI 0.92到1.17)。五個研究分析(有高度異質性)觀察合作在心理健康上的效果,得到標準化平均數差異為-0.28的結果,小量的影響支持干預組(95% CI-0.51到-0.06)。有兩個研究中,為機能性症狀評分量表的整體評估有統計上的顯著但臨床上的中度改善,集合平均數差異(分為1到100)為-2.63,支持干預(95% CI -5.16到-0.10)。

就生理健康(六個研究)以及生活品質(四個研究)而言,結果不具統計上的顯著性,標準化平均數差異分別為-0.01(95% CI -0.10到0.07)以及-0.08(95% CI -0.44到0.27)。


當地醫療與當地政府間的合作通常被認為是最好的實行方法。 然而,審閱沒有找出任何可靠的證據顯示組織間合作可能造成健康改善,與標準服務相比。 少數的研究找出構成要素的益處,但沒有反應在整體成果分數上並可能導因於重要額外資源的使用。雖然機構顯現出合作的熱忱,但在基層研究中的困難以及倡議不完整執行的情況下阻斷了有利證據基礎的發展。若這些缺點在未來研究中被滿足(例如:提供專案執行的更多更詳細細節;使用更健全的設計、整合程序評估以顯現合作伙伴如何一同合作以及健康成果的測量),可能可提供何者有效及為何有效的更佳了解。當地合作伙伴有機會提供環境干預,而可能產生健康獲益但支持此意見的證據基礎非常有限。



Colaboração entre serviços de saúde locais e agencias de saúde governamentais para melhoria da saúde


Em muitos países, ações, regiões e agencias locais internas e externas colaboram para melhoria dos resultados em saúde. Evidencias são necessárias sobre a efetividade das parcerias locais com o objetivo de mudança nos resultados e comportamentos da saúde.


Avaliar os efeitos da colaboração entre agencias de saúde locais e governo nos indicadores de saúde em qualquer população ou grupo.

Métodos de busca

Procuramos no registro da the Cochrane Public Health Group Specialised, AMED, ASSIA, CENTRAL, CINAHL, DoPHER, EMBASE, ERIC, HIMIC, IBSS, MEDLINE, MEDLINE In-Process, OpenGrey, PsycINFO, Rehabdata, Social Care Online, Social Services Abstracts, Sociological Abstracts, TRoPHI e Web of Science de 1996 ate Janeiro de 2012. O método Snowballing foi usado, incluindo contato com especialistas, rastreio de citações, procura em sites da rede e nas listas de referencias.

Critério de seleção

Ensaios clínicos randomizados, estudos controlados, estudos “antes e depois” e séries de casos temporais interruptas, onde os resultados de saúde individuais foram comparados sobre intercolaboração entre agencias locais e governamentais e o cuidado de saúde já estabelecido. Os estudos foram selecionados de forma independente, sem restrição de subgrupo populacional ou doença.

Coleta dos dados e análises

Dois autores independentes conduziram a extração dos dados e avaliaram o risco de viés para cada estudo.

Principais resultados

16 estudos foram identificados (28,212 participantes). Somente dois estudos foram considerados de baixo risco de viés. 11 estudos contribuíram com dados para meta-analise mas a síntese narrativa foi presente em todos os 16 estudos. Seis estudos examinaram as iniciativas em saúde mental, dos quais um mostrou beneficio de saúde, quatro demonstraram benefícios modestos em um ou mais desfechos mensuráveis mas não no ganho de saúde, e um mostrou-se sem evidencias de benefícios. Quatro estudos consideraram melhorias no estilo de vida, dos quais um demonstrou pouco beneficio a curto tempo, dois falharam em demonstrar ganhos nas intervenções populacionais, e um mostrou a persistência de comportamentos maléficos nos estilos de vida na população alvo. Três estudos consideraram o manejo das doenças crônicas e todos falharam em demonstrar ganhos na saúde. Três estudos consideraram a melhoria e adaptações do meio-ambiente, nos quais dois destes estudos apresentaram alguma melhora na saúde, porém o outro não demonstrou.

Metanálise de três estudos explorando o efeito da colaboração na mortalidade demonstraram não terem efeito (baixo risco relativo de 1.04 em favor do controle, 95% Intervalo de Confiança (IC) 0.92, 1.17). A análise de cinco estudos (com alta heterogeneidade) que avaliou o efeito da colaboração em saúde mental, resultou em uma diferença de média padronizada (DMP) de 0,28, um pequeno efeito favorecendo a intervenção (95% IC -0.51, -0.06). Dois estudos, os quais eram significantes estatisticamente apresentaram resultados clinicamente modestos na avaliação global dos sintomas e estadiamento, com uma diferença na anélise média (na escala de 1 para 100) de -2.63 favorecendo a intervenção (95% IC -5.16, -0.10).

Para saúde física (seis estudos) e qualidade de vida (quatro estudos) o resultado não foi estatisticamente significante, a DMP foi de -0.01 (95% IC -0.10, 0.07) e -0.08 (95% IC -0.44, 0.27), respectivamente.

Conclusão dos autores

A colaboração entre agencias de saúde local e agencias governamentais é comumente considerado a melhor alternativa. Contudo, a revisão não identificou nenhuma evidência confiável que a colaboração entre agencias, comparado com os serviços padrões, necessariamente levam a uma melhora nos cuidados em saúde. Poucos estudos identificaram componentes benefícios e esses não refletiam em resultados gerais e provavelmente resultaram do uso de recursos adicionais. Embora exista entusiasmo na colaboração entre agencias de saúde, dificuldades nos estudos primários e a implementação incompleta das iniciativas impediram o desenvolvimento de uma evidência mais forte. Se as falhas forem corrigidas em futuros estudos (por exemplo: gerando detalhes na implementação dos programas, utilização de melhores desenhos metodológicos nos estudos, avaliação integrada dos processos mostrando a colaboração conjunta, e medidas mensuráveis de saúde) podem prover um melhor entendimento de como trabalhar e o porque. É possível que a participação colaborativa entre agencias no desenvolvimento de intervenções podem resultar em ganhos na saúde mas as evidências são muito limitadas.

Avaliar as comparações entre agências constituem de vários desafios. Os resultados demonstram que parcerias colaborativas podem ser estabelecidas mas é importante acordos nos objetivos, métodos de trabalho, monitoramento e avaliação antes da implementação para proteção da fidelidade do programa e aumento potencial da efetividade.

Notas de tradução

Traduzido por: Márcio Marcolino, Unidade de Medicina Baseada em Evidências da Unesp, Brasil Contato:

Plain language summary

Collaboration between local health and local government agencies for health improvement

Since the 1980s, national and international health organisations have promoted partnerships between health and other public services at a local level to improve the health of the population. This review looked for evidence on whether collaboration does or does not work when compared to standard services.

Of the two good quality studies identified, one showed no evidence that collaboration between local services improved health and the other showed a modest improvement in some areas. Of the remaining studies, where health benefits were reported these were often modest, inconsistent with other findings and could have been the result of additional funding or resources. Two out of three studies looking at environmental changes reported some health benefits.

These findings show that when comparing local collaborative partnerships between health and government agencies with standard working arrangements, there is generally no difference in health outcomes.







翻譯: East Asian Cochrane Alliance
翻譯補助: 台灣衛生福利部/台北醫學大學實證醫學研究中心

Laienverständliche Zusammenfassung

Zusammenarbeit von lokalen Gesundheits- und Regierungsbehörden zur Verbesserung der öffentlichen Gesundheit

Seit den 1980er-Jahren fördern nationale und internationale Gesundheitsorganisationen Partnerschaften zwischen Gesundheitsbehörden und anderen öffentlichen Einrichtungen auf Lokalebene, um den Gesundheitszustand der Bevölkerung zu verbessern. Diese Übersichtsarbeit sucht nach Belegen zur Frage, ob eine solche Zusammenarbeit im Vergleich zu den üblichen Angeboten funktioniert oder nicht.

Von den beiden gefundenen Studien guter Qualität lieferte eine keine Belege für die Verbesserung in der Gesundheit durch die Zusammenarbeit von lokalen Einrichtungen, die andere zeigte eine mäßige Verbesserung in einigen Bereichen. In den übrigen Studien war der Nutzen für die Gesundheit, sofern überhaupt davon berichtet wurde, häufig gering, widersprach anderen Ergebnissen und könnte auch das Ergebnis zusätzlicher Geldmittel oder anderer Ressourcen gewesen sein. Zwei der drei Studien, die sich mit Umweltveränderungen beschäftigten, berichteten von einem Nutzen für die Gesundheit.

Diese Ergebnisse zeigen, dass sich lokale Partnerschaften zwischen Gesundheits- und Regierungsbehörden verglichen mit der üblichen Arbeitsweise in ihrer Wirkung auf gesundheitsbezogene Endpunkte im Allgemeinen nicht unterscheiden.

Anmerkungen zur Übersetzung

S. Schmidt-Wussow, Koordination durch Cochrane Schweiz

Resumo para leigos

Colaboração entre serviços de saúde locais e agencias de saúde governamentais para melhoria da saúde

Desde 1980, organizações nacionais e internacionais tem promovido parcerias entre saúde e outros serviços públicos em nível local para melhorarem a saúde da população. Essa revisão procurou por evidências de que a colaboração entre agencias funcionam ou não comparados com os serviços já estabelecidos.

Dos dois estudos que apresentaram boa qualidade, um deles apresentou ausência de evidencias sobre a colaboração entre os serviços locais na melhoria da saúde e, o outro mostrou um discreto beneficio em algumas áreas. Nos estudos remanescentes, onde os benefícios de saúde foram reportados, os mesmos foram modestos, apresentaram inconsistências com os outros achados e, poderiam ter sido o resultado de financiamentos adicionais ou recursos. Dois de três estudos com modificações ambientais relataram alguns benefícios.

Esses achados mostram que quando comparados parcerias entre agencias de saúde locais e agencias governamentais com modelos já estabelecidos, não há diferença nos benefícios de saúde.

Notas de tradução

Traduzido por: Márcio Marcolino, Unidade de Medicina Baseada em Evidências da Unesp, Brasil Contato:

Laički sažetak

Suradnja između lokalnih zdravstvenih i lokalnih vladinih agencija za poboljšanje zdravlja

Od 80-tih, nacionalne i međunarodne zdravstvene organizacije promoviraju partnerstvo između zdravstvenih i drugih javnih službi na lokalnoj razini u svrhu poboljšanja zdravlja stanovništva. Ovaj Cochrane sustavni pregled tražio je dokaze o tome da li suradnja funkcionira ili ne u usporedbi sa standardnim uslugama.

Od dviju kvalitetnih studija koje su pronađene jedna je pokazala da nema dokaza da je suradnja između lokalnih službi poboljšala zdravlje, a druga je pokazala skroman napredak u nekim područjima. Od preostalih studija, gdje su prikazani podatci o korisnim učincima na zdravlje, ti su učinci često bili skromni, u skladu sa drugim rezultatima i mogli bi biti rezultat dodatnih financijskih sredstava ili resursa. Dvije od tri studije istražile su promjene u okolišu i opisale da su uočeni neki korisni učinci na zdravlje.

Ti rezultati pokazuju da kad se usporede lokalna partnerstva između zdravstvenih i vladinih agencija sa standardnim planom rada, općenito ne postoji razlika u učincima na zdravlje.

Bilješke prijevoda

Hrvatski Cochrane
Prevela: Ivana Sruk
Ovaj sažetak preveden je u okviru volonterskog projekta prevođenja Cochrane sažetaka. Uključite se u projekt i pomozite nam u prevođenju brojnih preostalih Cochrane sažetaka koji su još uvijek dostupni samo na engleskom jeziku. Kontakt:

Streszczenie prostym językiem

Współpraca pomiędzy lokalnymi instytucjami ochrony zdrowia a władzą publiczną w celu poprawy zdrowia społeczności

Od 1980 roku, krajowe i międzynarodowe organizacje ds. zdrowia promują współpracę pomiędzy instytucjami ochrony zdrowia a innymi publicznymi podmiotami na poziomie lokalnym w celu poprawy zdrowia społeczności. Niniejszy przegląd poszukuje informacji wskazujących, czy współpraca pomiędzy podmiotami jest skuteczna w zakresie poprawy zdrowia w porównaniu do standardowego postępowania.

Spośród dwóch zidentyfikowanych badań dobrej jakości, w jednym nie stwierdzono, aby współpraca podmiotów lokalnych wiązała się z poprawą zdrowia, natomiast w drugim wykazano nieznaczną poprawę w niektórych obszarach. W pozostałych badaniach, w których opublikowano wyniki odnośnie korzyści zdrowotnych, były one niewielkie, stały w sprzeczności z innymi wynikami i mogły być skutkiem dodatkowego finansowania lub wykorzystania dodatkowych zasobów. Dwa z trzech badań dotyczących zmian środowiskowych prezentowały pewne korzyści zdrowotne.

Wyniki tych badań wskazują na brak różnic w uzyskiwanych wynikach zdrowotnych przy porównaniu stosowania standardowej praktyki a podejmowaniem lokalnej współpracy instytucji ochrony zdrowia i władz publicznych.

Uwagi do tłumaczenia

Tłumaczenie: Magdalena Koperny Redakcja Paulina Rolska