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Spatial Scale or Amplitude of Predictors as Determinants of the Relative Importance of Environmental Factors to Plant Community Structure

Authors


  • [This article was corrected after online publication on 19 April 2013. Fernanda A. Carvalho was added to the list of authors.]

Corresponding author; e-mail: flaviacosta001@gmail.com

Abstract

The literature on tropical rain forest plant-community relationships with environmental factors usually does not recognize that the relative importance of environmental factors recorded in each study might be due to their amplitude of variation within sites. Geographic scale, however, is recognized as an important modulator of this relative importance. To disentangle the effects of scale and environmental amplitude, ferns and trees in two landscapes of the same size (each 25 km2) with different soil-fertility amplitudes but similar soil-texture range were sampled in central Amazonia. We found that major determinants of community structure were the same for ferns and trees. Texture was the main predictor of community structure in the site with homogeneous soil fertility, while availability of exchangeable cations was the main predictor in the site with a wider fertility range. When both sites were analyzed together, soil fertility was the main predictor of community structure and soil texture segregated floristic subgroups within certain ranges of the soil-fertility gradient. We conclude that: (1) floristic patterns for trees and ferns are congruent; (2) floristic variation depends on the amplitude of the studied gradients, more than on geographical scale; (3) limiting factors are not necessarily the most important predictors of compositional patterns; and (4) communities are structured hierarchically. Therefore, landscape structure (meaning which combinations of environmental factors, their amplitude of variation and which part of the gradient is found within the landscape) affect our perception of the relative importance that environmental factors will have as predictors of species composition.

Resumo

A literatura sobre as relações entre plantas de florestas tropicais e fatores ambientais geralmente não leva em conta que a importância relativa dos fatores ambientais registrada em cada estudo pode ser devida à sua amplitude de variação dentro de cada área. A escala geográfica, no entanto, é reconhecida como uma importante moduladora dessa importância. Para separar os efeitos da escala e da amplitude do gradiente, samambaias e árvores de duas paisagens do mesmo tamanho (25 km2 cada), com diferentes amplitudes na fertilidade do solo, mas com textura do solo semelhante foram amostradas na Amazônia central. Os principais determinantes da estrutura da comunidade foram os mesmos para as samambaias e as árvores. A textura do solo foi o principal preditor da estrutura da comunidade na área com fertilidade do solo homogênea, enquanto a disponibilidade de cátions trocáveis ​​foi o principal preditor no local com maior amplitude de fertilidade. Quando ambos os locais foram analisados ​​em conjunto, a fertilidade do solo foi a principal determinante da estrutura da comunidade e a textura do solo segregou subgrupos florísticos dentro do gradiente de fertilidade do solo. Conclui-se que: (1) padrões florísticos para árvores e samambaias são congruentes; (2) a variação florística depende da amplitude dos gradientes estudados, mais do que da escala geográfica; (3) fatores limitantes não são necessariamente os mais importantes preditores de padrões de composição; e (4) as comunidades são estruturadas hierarquicamente. Portanto a estrutura da paisagem (ou seja, as combinações de fatores ambientais, sua amplitude de variação e que partes do gradiente são encontradas dentro da paisagem) afeta definitivamente a nossa percepção da importância relativa que os fatores ambientais terão como preditores da composição de espécies.

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