Foliage Density of Branches and Distribution of Plant-Dwelling Spiders1

Authors

  • Andréa Lúcia Teixeira De Souza,

    Corresponding author
    1. Programa de Pós–Graduação em Ecologia, Departamento de Zoologia, IB, Universidade Estadual de Campinas, CP 6109, 13.081.900- Campinas, SP, Brasil
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  • Rogério Parentoni Martins

    1. Programa de Pós–Graduação em Ecologia, Departamento de Zoologia, IB, Universidade Estadual de Campinas, CP 6109, 13.081.900- Campinas, SP, Brasil
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  • 1

    Received 7 June 2002; revision accepted 26 January 2005.

Corresponding author. Current address: Depto. de Biologia, Setor Ecologia – CCBS, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – CP 549, CEP 79070-900, Campo Grande, MS, Brazil; e-mail: altsouza@nin.ufms.br

ABSTRACT

We compared the abundance of foliage-living spiders among seven widespread plant species comprising a gradient of levels of structural complexity in a tropical savannah-like region in southeastern Brazil. Spider abundance among plant species was positively related to the foliage density of their branches. A field experiment using artificial branches was carried out to isolate foliage density effects on spider abundance, thus controlling both biomass and texture effects. Artificial branches were attached to branches of three plant species with similar foliage density, Baccharis dracunculifolia, Diplusodon virgatus, and Microlicia fasciculata. Two treatments were set up: artificial branches with higher foliage density attracted more spiders than those with lower foliage density. The guild structure of hunting spiders was compared among vegetative branches of three plant species with different levels of foliage density: B. dracunculifolia, D. virgatus, and Bidens gardneri. Stalker, and ambusher spiders were more abundant on branches of B. dracunculifolia, which had the highest foliage density. Foliage-runners constituted the dominant guild on D. virgatus and B. gardneri, which have lower foliage density branches. Our results suggest that branch architecture is the most important factor determining the abundance of plant-dwelling spiders in the study area independently of branch biomass, leaf surface area or texture.

RESUMO

A abundância de aranhas foi comparada entre sete espécies de plantas, que formam um gradiente de níveis de complexidade estrutural, descrito através do número de folhas por unidade de volume do ramo, numa região de cerrado no sudeste do Brasil. A abundância de aranhas entre as espécies de plantas foi positivamente relacionada com a densidade de folhas de seus ramos. Um experimento de campo, usando ramos artificiais, foi conduzido para isolar o efeito da densidade de folhas dos efeitos de biomassa. Ramos artificiais foram amarrados a ramos de três especies de plantas com densidade foliar semelhante, Baccharis dracunculifolia, Diplusodon virgatus and Microlicia fasciculata. Dois tratamentos foram usados, ramos artificiais com alta densidade de folhas atraíram mais aranhas do que os com baixa densidade de folhas. A distribuição de guildas de aranhas errantes foi comparada entre ramos de três espécies de plantas com diferentes níveis de densidade de folhas, B. dracunculifolia, D. virgatus e Bidens gardneri. Aranhas saltadoras (Oxyopidae e Salticidae) e de tocaia (Thomisidae) foram mais abundantes nos ramos de B. dracunculifolia, cujos ramos possuíam uma maior densidade de folhas. Aranhas caçadoras noturnas foi a guilda dominante em D. virgatus e B. gardneri. Nossos resultados sugerem que a arquitetura de ramos pode ser o fator mais importante que determina a abundância de aranhas que habitam plantas, independentemente da biomassa, área superficial de folhas e textura dos ramos.

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