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Keywords:

  • Brazilian Amazon;
  • collaborative partnerships;
  • graduate education;
  • southern Africa

ABSTRACT

Tropical biologists are exploring ways to expand their role as researchers through knowledge exchange with local stakeholders. Graduate students are well positioned for this broader role, particularly when supported by graduate programs. We ask: (1) how can graduate students effectively engage in knowledge exchange during their research; and (2) how can university programs prepare young scientists to take on this partnership role? We present a conceptual framework with three levels at which graduate students can exchange knowledge with stakeholders (information sharing, skill building, and knowledge generation) and discuss limitations of each. Examples of these strategies included disseminating preliminary research results to southern African villages, building research skills of Brazilian undergraduate students through semester-long internships, and jointly developing and implementing a forest ecology research and training program with one community in the Amazon estuary. Students chose strategies based on stakeholders' interests, research goals, and a realistic evaluation of student capacity and skill set. As strategies became more complex, time invested, skills mobilized, and strength of relationships between students and stakeholders increased. Graduate programs can prepare students for knowledge exchange with partners by developing specialized skills training, nurturing external networks, offering funding, maximizing strengths of universities in developed and developing regions through partnership, and evaluating knowledge exchange experiences. While balancing the needs of academia with those of stakeholders is challenging, the benefits of enhancing local scientific capacity and generating more locally relevant research for improved conservation may be worth the risks associated with implementing this type of graduate training model.

RESUMEN

Los biólogos tropicales están explorando la forma de expandir su rol de investigadores mediante el proceso de intercambio de conocimiento con los actores locales durante el desarrollo de su investigación. Los estudiantes de postgrado están bien posicionados para desarrollar este rol y en particular cuando son apoyados por los programas de postgrado de sus instituciones académicas. En este artículo respondemos a las siguientes preguntas: (1) ¿Cómo los estudiantes de postgrado pueden involucrarse efectivamente en actividades de intercambio de conocimiento durante el desarrollo de su investigación? y (2) ¿Cómo un programa universitario de postgrado podría preparar a los jóvenes científicos para desarrollar este rol de investigación colaborativa? Presentamos un marco conceptual con tres niveles en los cuales los estudiantes de postgrado pueden intercambiar conocimiento con los actores locales (comunicación de información; desarrollo de destrezas y generación de conocimiento) y discutimos las limitaciones de cada uno de estos niveles. Ejemplos de estas estrategias incluyen: la entrega y presentación de resultados preliminares a pobladores rurales en la región del Sur de Africa; entrenamiento en investigación en ecología vegetal para estudiantes de pregrado brasileros, y el desarrollo de un programa conjunto de investigación y entrenamiento en ecología forestal con comunidades rurales en el estuario del Amazonas. Los estudiantes escogieron estas estrategias basados en los intereses de los actores locales, los objetivos de la investigación y una evaluación sensata de sus capacidades y habilidades para desarrollar dichas estrategias. A medida que las estrategias de intercambio de conocimiento se volvieron más complejas, se incrementó el tiempo invertido y las destrezas y habilidades requeridas y se fortalecieron las relaciones entre los estudiantes y los actores locales involucrados. Los programas académicos de postgrado pueden preparar a los estudiantes para el intercambio de conocimiento con los actores locales por medio del desarrollo de cursos de entrenamiento en habilidades específicas, apoyando el desarrollo de redes externas, ofreciendo apoyo financiero, incrementando las fortalezas de las universidades en países desarrollados y en vía de desarrollo mediante el establecimiento de alianzas de cooperación y evaluando las experiencias de intercambio de conocimiento. Aunque es un desafío equilibrar las necesidades de la academia con aquellas de los actores locales, consideramos que vale la pena tomar el riesgo asociado con la implementación de este modelo de entrenamiento en programas de educación de postgrado, ya que son bastantes los beneficios que se generan al mejorar la capacidad científica local y desarrollar investigación que sea relevante para mejorar la conservación.

RESUMO

Pesquisadores especializados em biologia e ecologia nos trópicos estão explorando formas de expandir sua atuação mediante trocas de conhecimento com atores locais. Estudantes de pós-graduação têm boas condições para desempenhar esse papel, particularmente quando são apoiados pelos programas de pós-graduação em suas instituições acadêmicas. Levantamos as seguintes perguntas: (1) Como estudantes de pós-graduação podem efetivamente exercer trocas de conhecimento em suas pesquisas? e (2) Como programas universitários podem treinar jovens cientistas para assumir essa função de parceria colaborativa? Apresentamos um marco conceitual em três níveis, nos quais estudantes de pós-graduação podem trocar conhecimentos com atores locais (compartilhamento de informações, capacitação, e geração de conhecimento) e discutimos as limitações de cada um desses níveis. Exemplos destas estratégias incluem: disseminação de resultados preliminares de pesquisa para comunidades rurais no sul da áfrica; treinamento em pesquisa para estudantes brasileiros de graduação, através de estágios com duração de um semestre; e desenvolvimento e implementação de um programa de pesquisa e treinamento em ecologia florestal, em conjunto com uma comunidade ribeirinha no estuário amazônico. Os estudantes escolheram estas estratégias com base nos interesses dos atores locais, nos objetivos da pesquisa, e na avaliação realista de suas capacidades e habilidades. Na medida em que as estratégias tornam-se mais complexas, o tempo investido e habilidades mobilizadas aumentam, e as relações entre os estudantes e os atores locais envolvidos se fortalecem. Programas de pós-graduação podem preparar estudantes para trocas de conhecimento com parceiros por meio do desenvolvimento de cursos de treinamento em habilidades específicas, apoio ao desenvolvimento de redes externas, ofertas de financiamento, fortalecimento das universidades de países desenvolvidos e em desenvolvimento - através do estabelecimento de parcerias, e da avaliação das experiências de trocas de conhecimento. Embora seja desafiador estabelecer um balanço entre as necessidades da academia e as dos atores locais, os benefícios gerados pela melhoria da capacidade científica local e desenvolvimento de pesquisas mais relevantes à realidade, para a melhoria da conservação, podem compensar os riscos associados à implementação deste tipo de modelo de treinamento de pós-graduação.