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Habitat and Life History Determinants of Antbird Occurrence in Variable-Sized Amazonian Forest Fragments

Authors


ABSTRACT

The highest avian species richness on Earth is found in the Neotropics, with the speciose antbird superfamily (Thamnophilidae, Formicariidae, Grallariidae and Conopophagidae) accounting for 15 percent of South American passerine diversity. Antbird species have divergent life histories and ecological requirements, resulting in considerable interspecific variation in responses to anthropogenic habitat modification. Here, we examine interspecific differences in antbird responses to both habitat fragmentation and perturbation in a region of the so-called ‘Arc of Deforestation’ of southern Brazilian Amazonia in northern Mato Grosso. We surveyed the antbird community of 31 variable-sized forest patches and found that antbird species richness was predominantly affected by patch size and isolation, although forest patch quality was also important. Life history predictors were less important overall in determining patch occupancy and minimum patch area requirements with body mass and geographic range size the most important predictors. Foraging niche was also important; mixed flock followers, bamboo specialists and army-ant followers were all more prone to local extinction in small fragments. Although most Amazonian antbird species are not currently threatened, rates of interfluvial endemism are high and future forest loss may imperil many species currently considered to be of low conservation concern. Lessons learnt in the identification of fragmentation-sensitive genera and guilds may be applicable to other antbird species outside Amazonia, such as those in the Brazilian Atlantic Forest. Ensuring future survival of antbirds across neotropical forest landscapes that retain only a small percentage of their original primary forest cover will rest on protecting remaining large forest patches and maintaining structural and functional connectivity between them.

RESUMO

A maior riqueza de espécies de aves se encontra em florestas neotropicais, sendo que a super-família das chocas e papa-formigas (Thamnophilidae, Formicariidae, Grallariidae e Conopophagidae) corresponde a 15% da diversidade de Passeriformes na América do Sul. Essa super-família inclui histórias de vida e requerimentos ecológicos bastante divergentes, resultando numa variação interespecífica considerável nas respostas de populações às modificações estruturais no habitat. Neste trabalho, nós investigamos as diferenças interespecíficas dos formicariídeos (sensu lato) à fragmentação e perturbação do habitat florestal no chamado ‘Arco do Desmatamento’ da Amazônia brasileira. Baseado em inventários das comunidades de formicarídeos em 31 manchas florestais de diferentes tamanhos no norte do Mato Grosso, observamos que a riqueza de espécies de formicariídeos foi predominantemente governada pelo tamanho e o grau de isolamento das manchas, embora a qualidade do habitat florestal em cada mancha também tenho sido importante. Por outro lado, preditores de história de vida foram menos importantes na determinação dos padrões de ocorrência e o tamanho mínimo dos fragmentos ocupados por diferentes espécies, sendo que a massa corpórea e o tamanho da área de distribuição geográfica foram as características mais importantes. O nicho de forrageio também foi importante, sendo que espécies assíduas em bandos-mistos, especialistas de bambu e seguidoras de formigas-de-correição foram mais vulneráveis à extinção local em pequenos fragmentos. Apesar da maioria das espécies de formicariídeos amazônicos ainda não estar ameaçadas, as altas taxas de endemismo interfluvial e de desmatamento provavelmente vão ameaçar muitas espécies hoje consideradas pouco preocupantes. As lições assimiladas na identificação de guildas e gêneros sensíveis à fragmentação podem ser aplicadas a outras regiões fora da Amazônia, como a Mata Atlântica brasileira. A garantia da persistência dos formicariídeos em paisagens que retêm uma baixa cobertura florestal dependerá da proteção das grandes manchas de floresta remanescente e da conectividade estrutural e funcional da paisagem.

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